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Sesp publica edital para seleção de entidades para o Comitê de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) publicou, nesta sexta-feira (04.4), no Diário Oficial do Estado, o edital de seleção pública para organizações da sociedade civil que desejam integrar o Comitê Estadual de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de Mato Grosso (Cetrap-MT) no triênio 2025-2028.

De acordo com o edital, podem participar entidades com, no mínimo, dois anos de atuação comprovada em ações voltadas ao enfrentamento do tráfico de pessoas ou em temas relacionados à promoção e defesa dos direitos humanos. A inscrição é gratuita e deverá ser realizada a partir da próxima segunda-feira (07.4), até o dia 17 de abril de 2025, de forma presencial, das 14h às 18h, na sala do Cetrap, localizada na sede da Sesp.

A participação será vedada a movimentos, associações ou organizações que tenham sede fora de Mato Grosso, que sejam estatais ou submetidas a regime de direito público, que possuam fins lucrativos, que tenham sido declaradas inidôneas por qualquer órgão público ou cujos dirigentes tenham sido condenados por crimes, contravenções penais ou atos de improbidade administrativa, em que penas não tenham sido extintas por causas legais.

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A eleição tem como objetivo preencher até 15 vagas, sendo uma para representante titular e outra para suplente de cada organização selecionada. A publicação das inscrições deferidas será realizada dia 25 de abril e a Assembleia de Eleição será realizada no dia 9 de maio, na sede da secretaria.

Todas as informações referentes ao processo eleitoral serão divulgadas no Diário Oficial do Estado. Cabe aos interessados acompanhar as publicações oficiais. A Comissão Eleitoral poderá ser contactada nos dias úteis, das 14h às 18h, pelo telefone (65) 98145-0377 ou e-mail: [email protected].

Acesse o edital AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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