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Polícia Militar prende quatro faccionados e resgata criança de “tribunal do crime” em Várzea Grande

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Policiais militares do 2º Comando Regional resgataram, nesta sexta-feira (24.4), um menino, de 12 anos e prenderam quatro homens, suspeitos por sequestro e cárcere privado, em Várzea Grande. A vítima alegou que foi agredida e ameaçada de morte pelos integrantes de uma facção criminosa.

De acordo com boletim de ocorrência, equipes da Companhia de Motopatrulhamento Tático Raio receberam informações de moradores de que um grupo havia levado a criança à força, segurando-a pelos braços, em direção a uma residência, na Rua dos Operários, no bairro Vila Arthur.

Diante da denúncia, os policiais intensificaram as buscas e localizaram o imóvel indicado. No local, quatro suspeitos foram encontrados mantendo a criança sob contenção. Durante a abordagem, a vítima contou que estava sendo submetida a um “tribunal do crime” e que seria executada.

Segundo o relato, após ser morta, a criança seria enterrada em uma área próxima conhecida como “Fazendinha”. A motivação seria a suspeita de furtos no bairro. A vítima também apresentava lesões no rosto, causadas por agressões.

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Durante as buscas na residência, os policiais encontraram objetos que seriam usados na execução e ocultação do corpo, como facas, pá, picareta e enxada. A criança relatou ainda que foi obrigada a cavar a própria cova.

No imóvel, também foram apreendidos materiais ligados ao tráfico de drogas, incluindo três balanças de precisão, dinheiro em espécie, celulares e chips telefônicos.

Os quatro suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à Central de Flagrantes, junto com a vítima, para as providências legais. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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