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SES promove visita de deputados da comissão da saúde da ALMT ao Hospital Central

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) promoveu, nesta terça-feira (25.06), uma visita técnica dos deputados estaduais da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) às instalações do Hospital Central, em Cuiabá. A obra, que ficou abandonada por cerca de 34 anos, já está 95% executada.

Os parlamentares conheceram a estrutura do prédio, que foi ampliado em 23 m² após a retomada da obra, em 2020. A previsão de conclusão da obra é para dezembro de 2024. O início dos atendimentos deve ocorrer em 2025.

Durante o encontro, foram vistoriadas as salas de cirurgia, unidades de tratamento intensivo (UTI), salas de internação e também o espaço de convivência do hospital.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, frisou a importância do Hospital Central para a saúde pública de Mato Grosso, já que a unidade irá atender demandas de alta complexidade e reduzirá a necessidade de remoção para outros estados.

“O Hospital Central vai atender principalmente a alta complexidade. Queremos, através dele, atender tudo aquilo que ainda não podemos fazer em Mato Grosso. Serão atendidos casos de neurologia, pediatria, ortopedia, cardiovascular e transplantes. Estamos montando uma infraestrutura com tecnologia de ponta, para que possamos solucionar esses casos aqui mesmo, sem a necessidade de enviar pacientes para outros estados do Brasil”, explicou.

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O deputado estadual e presidente da Comissão de Saúde da ALMT, doutor João, reforçou que o Hospital Central é uma solução para diversas questões da saúde em Mato Grosso.

“Hoje estamos aqui para fazer essa visita de conhecimento técnico do nosso tão sonhado Hospital Central, que há mais de 30 anos estava parado e é extremamente importante para melhorar o problema da saúde. Além deste hospital, a partir do ano que vem, com o advento dos Hospitais Regionais que estão sendo construídos, a saúde de Mato Grosso vai dar um salto muito importante para a nossa população”, avaliou o parlamentar.

A secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Nascimento, explicou a importância da interlocução entre a SES e a ALMT para o acompanhamento das obras do Hospital Central, que terá capacidade para 290 leitos de internação.

“É importante que exista essa interlocução com os deputados para que eles tenham conhecimento de como está o andamento das obras, o que está sendo ampliado, ainda mais agora que entramos em uma fase importante em que começam a chegar os equipamentos e os aspectos finais. Estamos trabalhando muito para que esta estrutura ofereça o que há de mais moderno na área da saúde”, finalizou.

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O Hospital Central será referenciado para os atendimentos de alta complexidade e contará com um espaço de 32 mil metros quadrados de área construída.

A unidade terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria.

Na visita técnica, também estiveram presentes os deputados Lúdio Cabral, Paulo Araújo e Sebastião Rezende, além do promotor de justiça do Ministério Público de Mato Grosso, Milton Mattos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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