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Semana Pedagógica 2026 reúne mais de 2,5 mil servidores por dia e marca preparação da rede estadual para o ano letivo

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) realiza, de 19 a 23 de janeiro, a Semana Pedagógica 2026, evento que antecede o início do ano letivo da rede estadual, previsto para 2 de fevereiro. A programação acontece no Complexo Leila Maluf, em Cuiabá, e deve reunir cerca de 2.500 servidores por dia.

Considerado um dos principais momentos de organização da educação pública estadual, o encontro reúne gestores, professores, equipes técnicas, psicossociais e novos servidores, com o objetivo de alinhar diretrizes pedagógicas, administrativas e de gestão para as 628 escolas da rede.

A abertura ocorre a partir das 08h, com a Imersão em Rede, voltada às equipes gestoras e psicossociais responsáveis por conduzir o planejamento escolar ao longo do ano. Entre os dias 20 e 22, os professores participam de oficinas rotativas com atividades práticas, voltadas ao aprimoramento das práticas pedagógicas em sala de aula.

A programação inclui ainda a posse e atribuição de novos servidores concursados e ações de valorização profissional, como o lançamento do SuperChef 2026, iniciativa destinada à Área de Alimentação Escolar. A Semana Pedagógica busca garantir que todas as unidades iniciem o ano letivo de forma integrada e alinhada às diretrizes da Seduc.

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Serviço

O que: Semana Pedagógica 2026 da Rede Estadual de Ensino

Quando: De 19 a 23 de janeiro de 2026

Onde: Complexo Leila Maluf, em Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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