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Sema-MT e Poder Judiciário realizam plantio de 2,5 mil mudas na Arena Pantanal

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) realizarão o plantio de 2.500 mudas no entorno da Arena Pantanal, neste sábado (03.02), a partir de 7h30. A ação marca o início da parceria entre as instituições, cuja meta é plantar 300 mil mudas de árvores nos próximos cinco anos.

Serão plantadas mudas nativas e frutíferas, como ipê, aroeira, jacarandá, pata-de-vaca, acerola, amora, entre outras espécies. O plantio foi viabilizado por uma parceria entre o programa REM-MT, Sema e o projeto Verde Novo, conduzido pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam). Apoiadores, como a concessionária Águas Cuiabá e o Sindicato dos Servidores Públicos da Carreia dos Profissionais do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sintema), também aderiram à ação.

A população está convidada a participar da ação, conforme a coordenadora geral do programa REM MT/Sema, Ligia Nara Vendramin. “O objetivo é engajar a sociedade cuiabana e várzea-grandense na arborização das cidades, e proporcionar mais qualidade de vida aos moradores. A ideia da parceria surgiu diante da acentuação das mudanças climáticas, especialmente sentidas, aqui, pela diminuição da umidade do ar e do forte aumento da temperatura”, afirmou.

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Segundo o projeto Verde Novo, este esforço coletivo não visa apenas embelezar a paisagem da cidade, mas também contribuir para a revitalização e conservação do ecossistema local e o resgate do título de cidade verde. Já o Juizado Especial Volante Ambiental destacou que a parceria com diversas entidades é estratégica e evidencia o compromisso conjunto com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.

Serviço
O que: Plantio de 2.500 mudas de árvores nativas e frutíferas
Quando: 3 de fevereiro, às 7h30
Local: Arena Pantanal – Portão F

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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