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Seis motoristas são presos por embriaguez ao volante e um por direção perigosa na Avenida do CPA

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A edição 122ª Operação Lei Seca, realizada na madrugada desta quinta-feira (23.11), na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), em Cuiabá, terminou com sete motoristas presos, sendo seis por embriaguez ao volante e um por direção perigosa.

As abordagens iniciaram às 23h45 e se estenderam até por volta das 3h. No total, 181 veículos foram fiscalizados, dos quais 16 condutores não possuíam carteira de habilitação(CNH) e 43 não portavam o registro ou licenciamento veicular. Ao final, 56 veículos foram removidos, sendo 49 carros e sete motocicletas.

De acordo com o relatório da operação, 182 motoristas fizeram o teste de alcoolemia, sendo que 12 deles apresentavam sinais de embriaguez. Outros seis motoristas se recusaram a fazer o teste de alcoolemia.

A pena para quem for pego dirigindo alcoolizado, conforme prevê o artigo 306 do Código de Trânsito (CTB), é de detenção pelo período de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.

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Para quem é preso por direção perigosa, o artigo 175 do CTB prevê a suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo entre outras medidas. Essa penalidade se caracteriza por: utilizar-se de veículo para demonstrar ou exibir manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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