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Empresários chineses visitam MT em busca de acordos para exportação de carne

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Empresários da Optima Integration Group (OIG) estiveram em Mato Grosso, e visitaram frigoríficos, entre segunda e quarta-feira (11 e 13.12), em busca de captar acordos de exportação de carnes para a China e já sinalizaram duas possíveis parcerias.

Segundo o secretário-adjunto de Agronegócio e Investimento, Anderson Lombardi, a empresa atua como meio de campo para que empresários exportem para a China, sendo responsável por 23% de toda carne bovina e suína que chega ao país asiático.

“Eles vieram ao Estado em busca de expandir os negócios, oferecendo serviços para frigoríficos de pequeno e médio porte que não possuem know-how em exportação. Atualmente,11% das importações da empresa são oriundas do Mato Grosso, sendo os outros 89% exportadores do mundo todo”, afirmou o secretário-adjunto.

Além da agenda de negócios, a comitiva da OIG participou de reunião com o secretário-adjunto e a equipe dele para conhecer as possibilidades apresentadas pela Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres e os incentivos oferecidos pelo Estado.

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A OIG possui escritórios na Europa, na África, nas Américas do Norte e do Sul e na Ásia e pretende abrir um escritório no Brasil. Na ocasião, foi convidada a montar uma estrutura em Mato Grosso.

Convite

Os empresários foram recebidos pelo governador Mauro Mendes no estande de Mato Grosso na Feira China International Import Expo (CIIE) e foram convidados para conhecer o estado.

Em novembro deste ano, o governador fez visitas à China e à Índia e essas expedições geraram impactos positivos para o Estado. Um deles foi o acordo para promover o intercâmbio e a cooperação entre Zonas de Livre Comércio, que deve expandir as relações do Estado com sua principal compradora de produtos exportados: a República Popular da China.

* Sob supervisão de Maria Júlia Souza

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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