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Sefaz publica edital de leilão de mercadorias apreendidas

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A Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) publicou no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (25.2) o Edital de Leilão nº 001/2026/CMAP/SEFAZ, que dispõe sobre a realização de leilão eletrônico para alienação de mercadorias apreendidas e abandonadas.

O leilão será realizado na modalidade maior lance, exclusivamente de forma online, no período de 20 a 27 de março de 2026, por meio do site do leiloeiro oficial. O encerramento está previsto para as 10h (horário de Brasília) do dia 27 de março.

Ao todo, serão ofertados 169 lotes compostos por mercadorias apreendidas, entre elas smartphones, equipamentos eletrônicos, peças automotivas, impressoras, acessórios e outros bens, conforme detalhado no Anexo Único do edital.

Os interessados poderão realizar a visitação prévia dos lotes entre os dias 20 e 26 de março, das 9h às 16h, na Coordenadoria de Mercadorias Apreendidas (CMAP), localizada na Avenida Pedro Paulo de Faria Júnior, s/nº, paralela à BR-364, esquina com a Rua X, no Distrito Industrial, em Cuiabá, ou nos locais indicados no edital para lotes específicos.

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A participação é aberta a pessoas físicas e jurídicas, mediante cadastro prévio no site do leiloeiro oficial, com antecedência mínima de 48 horas do encerramento do leilão.

O edital completo, com a relação detalhada dos lotes, valores mínimos e regras de participação, está disponível no Diário Oficial do Estado e no site da Sefaz-MT. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo WhatsApp (65) 9 8144-0327.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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