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Rede Cidadã ganha sede própria e aumenta em quase 100% o número de vagas em Rondonópolis

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A unidade do Rede Cidadã de Rondonópolis (230 km de Cuiabá), programa social da Secretaria de Segurança Pública, ganhou sede própria e deu início, nesta segunda-feira (17.03), às atividades de 2025 com 165 estudantes matriculados.

Instalado no complexo do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) Padre Lothar, na região da Vila Operária, este ano o Rede Cidadã pode atender até 220 estudantes das escolas públicas em cursos extracurriculares. Em relação a 2024, o aumento do número de vagas é de quase 100%.

No novo local, os alunos podem escolher frequentar atividades esportivas e culturais como jiu-jítsu, natação, vôlei, futsal e violão. Exceto para natação, que não há mais vagas, os pais podem matricular os estudantes nas demais modalidades. Em todas elas, o início das aulas é imediato.


Além das atividades na nova sede, o programa social da Sesp também continua ofertando aulas de futsal e violão em duas escolas municipais, a Gildazia de Souza Pirozzi, no bairro Ipanema, e Rosalina Antônio da Silva, no bairro Iguaçu, respectivamente. Até ano passado, por falta de uma sede, o atendimento do programa se limitada as essas duas unidades escolares.

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A coordenadora, capitã Wilma Camilo, explica que a instalação do Rede Cidadã no Complexo SCFV é resultado da parceria firmada entre a Sesp-MT e a Prefeitura de Rondonópolis.


O prefeito Cláudio Ferreira, entendendo a importância do programa social para os estudantes em situação de risco e vulnerabilidade, assinou o termo de cooperação técnica que autoriza o uso do complexo municipal social e esportivo, informa a coordenado, capitã Wilma.

Nesta segunda-feira (17.3), Cláudio Ferreira e a capitã Wilma Camilo fizeram a abertura oficial das atividades na nova sede.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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