MATO GROSSO

Mais de 2,5 mil vagas de emprego são disponibilizadas pelo Sine-MT nesta semana

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Mato Grosso tem 2.515 oportunidades de emprego oferecidas pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania de Mato Grosso (Setasc). Entre as vagas estão as de operador de empilhadeira, classificador de grãos e consultor de vendas.

O Sine Estadual possui 35 postos de atendimento instalados em 31 municípios mato-grossenses.

Em Cuiabá e Várzea Grande são 302 novas vagas, entre elas 33 para auxiliar de limpeza, 30 para coletor de lixo, 28 de auxiliar de produção, 24 de servente de obras, 18 para carpinteiro, 15 para armador de ferragens na construção civil, 10 para ajudante de estruturas metálicas, oito para auxiliar de lavanderia, sete para jardineiro, seis para operador de caixa, duas técnico de qualidade, uma vaga para fonoaudiólogo geral, uma para mecânico de automóvel e uma para encanador.

Também são ofertadas 45 vagas para Pessoas com Deficiência (PCD), nas áreas de auxiliar de linha de produção, coletor de lixo, empacotador a mão, operador de caixa, operador de telemarketing, pedreiro e servente de obras.

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O município de Barra do Garças (516 km de Cuiabá) conta com 311 vagas de emprego nesta semana. Dentre as oportunidades estão: 110 vagas para servente de obras, 90 para pedreiro, 20 para encanador, 15 para eletricista de instalações, 10 para carpinteiro, cinco para gesseiro, cinco para de armador de estrutura de concreto armado, uma vaga para trabalhador rural e uma para lubrificador de automóveis.

Em Diamantino (183 km de Cuiabá), 276 vagas são disponibilizadas, entre elas 150 vagas para cortador de carne em matadouro, 100 para auxiliar de desossador, 10 para operador de empilhadeira, quatro para auxiliar de cozinha, quatro para cozinheiro geral e duas para oficial de serviços gerais na manutenção de edificações.

A unidade de Sinop (475 km de Cuiabá) também tem ofertas de emprego, e contabiliza 204 postos de trabalho disponíveis. Entre as oportunidades estão 30 vagas para monitor de escola, 27 para auxiliar de produção, 12 para vendedor pracista, 12 para operdor de mistura (tratamentos químicos e afins), nove para atendente de balcão, oito para motorista de ônibus rodoviário, três para fiscal de loja, duas para manutenção predial, uma para auxiliar de faturamento e uma para promotor de vendas.

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As vagas ofertadas pela Rede Sine são diárias e a todo momento novas oportunidades são cadastradas. Quem tiver interesse também pode verificar as vagas ofertadas no portal Emprega Brasil.

Atendimento

Além do trabalho de intermediação de mão de obra, o Sine-MT realiza serviço de habilitação do seguro desemprego, atendimento orientado sobre a utilização da Carteira de Trabalho Digital e Previdência Social. É preciso verificar na unidade a disponibilidade das vagas, que são oferecidas diariamente. Os interessados podem comparecer aos postos de atendimento portando documentos pessoais e comprovante de residência, facilitando os trâmites do atendimento.

Na região metropolitana, o horário de atendimento dos Sines, localizados nas unidades do Ganha Tempo Ipiranga e do CPA I, é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já no Sine no Centro Estadual de Cidadania do Várzea Grande Shopping o horário de funcionamento é de 10h às 18h.

Confira a relação das vagas de emprego em anexo.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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