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“Queremos aprender com MT para replicar as lições de sucesso em nosso país”, afirma embaixador da Ucrânia

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O embaixador da Ucrânia no Brasil, Andrii Melnyk, destacou o grande potencial de Mato Grosso e o interesse do país em aprender com o Estado, especialmente no setor do agronegócio. A declaração foi feita durante reunião com o governador em exercício, Otaviano Pivetta, nesta quarta-feira (22.1), no Palácio Paiaguás.

O embaixador ressaltou a importância de Mato Grosso como maior produtor de alimentos no cenário mundial. “A Ucrânia produz 60 milhões de toneladas por ano de trigo, girassol e óleo. Nada comparado a Mato Grosso. Com a guerra, perdemos o controle de nossas terras e estamos buscando maneiras de recuperar nossa produção agrícola e começar a plantar soja. Queremos aprender com vocês para replicar essas lições de sucesso em nosso país”, afirmou o embaixador.

Durante a reunião, o governador em exercício reforçou o interesse de uma parceria sólida. “Mato Grosso é amigo e parceiro nos negócios. Vocês têm um dos melhores solos do mundo, e seria uma honra para nós fortalecer ainda mais nossos laços com a Ucrânia. Estamos dispostos a compartilhar nossa experiência e aprender com vocês também”, pontuou.

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Ele também fez questão de destacar o compromisso do Estado com a democracia e a liberdade. “Somos a favor da democracia, da liberdade de expressão, e contra qualquer forma de ditadura ou autoritarismo. A situação da Ucrânia nos causa tristeza, mas acreditamos na determinação do povo ucraniano para superar esse momento difícil”, declarou o governador.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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