MATO GROSSO

Primeira-dama do Estado destaca importância do torneio BT 400 Cuiabá e fortalecimento da inclusão

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O BT 400 Cuiabá chega à capital mato-grossense como um dos principais eventos de Beach Tennis do Estado. A primeira-dama de MT, Virginia Mendes, é incentivadora do evento que tem a finalidade de promover a modalidade e fortalecer o esporte como ferramenta de inclusão e bem-estar. Sob a realização de Isoldino Neto, a competição conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL), e o incentivo da Federação Mato-grossense de Tênis, presidida por José Jurandir de Lima Junior. O maior evento mundial de Beach Tennis, o World Tour BT, será realizado em Cuiabá, entre os dias 12 e 13 de março

O secretário da SECEL, David Moura, destacou o compromisso com o fortalecimento do esporte. “O Governo de Mato Grosso tem investido na inclusão por meio do esporte, garantindo acesso à população em geral e incentivando a prática esportiva. Estamos apoiando a Federação e iniciativas como o BT 400 Cuiabá, que impulsionam o Beach Tennis no estado”, afirmou.

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A primeira-dama do Estado, embaixadora mundial de Parajiu-jitsu e idealizadora do programa SER Família Inclusivo, Virginia Mendes, também preocupada com os números de pessoas acometidas por depressão, comemorou, por meio das redes sociais, a iniciativa e ressaltou o impacto positivo do Beach Tennis na vida das pessoas.

“Tenho amigas próximas que começaram a praticar esse esporte e conseguiram superar doenças emocionais, como a depressão. Além disso, pessoas com autismo, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Déficit de Atenção, além de outras deficiências, também podem se apaixonar pelo esporte. A atividade esportiva tem esse poder transformador, e é muito gratificante ver o Beach Tennis crescendo e proporcionando qualidade de vida para tantos mato-grossenses”, destacou.

O secretário David Moura ressaltou a importância da participação da primeira-dama Virginia Mendes, especialmente para o fortalecimento da inclusão no esporte. “A primeira-dama tem um olhar sensível e um compromisso real com o esporte inclusivo. Queremos que ela esteja conosco no BT 400 Cuiabá para reforçar essa mensagem”, afirmou.

Com a participação de atletas profissionais como Marcella Balduino e Matheus Andrade, o evento se consolida como um marco para o Beach Tennis em Mato Grosso, promovendo a valorização dos esportistas locais e o incentivo ao esporte para todos.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis

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A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).

O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.

“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.

A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.

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Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.

Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.

“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.

A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.

Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.


Foto: Layse Ávila | Setasc-MT

“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.

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Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.

“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.

O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.


Foto: Darlene Marques | Setasc-MT

Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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