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“Governo de MT conduz suas políticas ambientais com eficiência”, afirma major do Corpo de Bombeiros do Acre

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O major do Corpo de Bombeiros do Acre (CBMAC), Francisco Carlos Santos de Freitas Filho, afirmou que o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) se tornou referência nacional nas políticas de prevenção aos incêndios florestais.

“No Acre, nós estamos à frente das ações de prevenção, e muitas das iniciativas que buscamos implementar se baseiam nas estratégias do CBMMT, que é uma unidade reconhecida nacionalmente. Mato Grosso tem conduzido suas políticas públicas ambientais com eficiência para além da prevenção”, afirmou o major, que é comandante Operacional de Rio Branco e coordenador de Operações Ambientais do CBMAC.

Uma comitiva de representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA/AC) e do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM/AC) esteve em Cuiabá, nesta quarta-feira (30.4), para conhecer a estrutura operacional do CBMMT e as ações do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA).

A visita técnica teve como objetivo apresentar as estratégias, metodologias e boas práticas operacionais adotadas em Mato Grosso para a prevenção, resposta e investigação de incêndios florestais. A intenção é contribuir para a capacitação e o aprimoramento das ações e políticas públicas ambientais no Estado do Acre.

“Pelo que já pudemos observar, diante da credibilidade do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso no enfrentamento aos incêndios, é possível ver que esta corporação já atua com autonomia e eficiência. Tudo isso é fruto de uma construção sólida ao longo do tempo. Aqui encontramos muitos especialistas, e queremos levar conosco o máximo de informações possíveis”, completou o major Francisco.

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Durante o encontro, a comitiva acreana pode conhecer a estrutura física e os protocolos operacionais do BEA, além de terem acesso ao Planejamento da Temporada de Incêndios Florestais (POTIF) de Mato Grosso, que prevê a ampliação do efetivo operacional e a implementação de novas ações estratégicas para o enfrentamento do período crítico no estado. Neste ano, o Governo de Mato Grosso investirá R$ 78 milhões diretamente nas ações de combate aos incêndios realizadas pelo Corpo de Bombeiros Militar.

Além das ações de prevenção e combate aos incêndios florestais, a comitiva também aprofundou seus conhecimentos sobre os procedimentos adotados pelo BEA na realização de perícias ambientais, nas atividades de fiscalização e na lavratura de Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) relacionados a crimes ambientais. O grupo também conheceu mais sobre a dinâmica de integração entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e a Polícia Ambiental de Mato Grosso nesse processo.

Para o chefe da Divisão de Controle Ambiental (DCOAM) do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), Daniel Nogueira Souza do Valle, o modelo adotado pelo CBMMT se destaca como exemplo bem-sucedido, especialmente pela integração entre as ações de combate, prevenção, investigação e responsabilização de ilícitos ambientais.

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“Ninguém quer reinventar a roda. Buscamos ampliar nosso conhecimento com base em quem está obtendo resultados concretos. Mato Grosso tem se destacado nesse cenário. No Acre, estamos estruturando ações dentro da nossa sala de situação e nosso objetivo vai além da integração. Queremos desenvolver soluções conjuntas, inspirados no exemplo de Mato Grosso”, afirmou.

O encontro reforça a cooperação institucional entre os Estados, promove o intercâmbio de conhecimentos e fortalece a atuação conjunta no enfrentamento aos incêndios florestais e à degradação ambiental. Nos últimos anos, Mato Grosso se consolidou como referência nacional em estratégias de combate a incêndios florestais, tanto pela atuação em campo quanto pela disseminação do conhecimento técnico com outras unidades da federação.

“Compartilhar nossas experiências, aprendizados e tecnologias com outros estados é fundamental para fortalecer a rede de combate aos incêndios florestais no país. Essa troca beneficia não apenas as corporações, mas toda a sociedade”, afirmou o comandante do BEA, tenente-coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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