MATO GROSSO

Politec identifica quinta vítima encontrada em cemitério clandestino por meio de DNA

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) obteve, nesta sexta-feira (24.1), a primeira identificação por meio de DNA de uma das doze vítimas do cemitério clandestino de Lucas do Rio Verde. Trata-se de um adolescente, de 15 anos, com as iniciais W.S.M. É a quinta vítima a ser identificada pelo órgão.

O resultado foi obtido a partir da identificação de vínculo genético com a mãe da vítima, que forneceu amostra genética na unidade da Politec de Lucas do Rio Verde. O material foi encaminhado para processamento no Laboratório Forense da Capital e comparado com a amostra biológica do menor – ambas foram compatíveis. Morador em Lucas do Rio Verde, W.S.M. estava desaparecido desde 15 de setembro do ano passado.

Além da identificação genética, os restos mortais passaram por exame pericial antropológico para a definição da causa da morte.

No cemitério clandestino, foram localizados os restos mortais de doze corpos, no dia 11 de janeiro. Parte dos corpos estava em processo de esqueletização. Quatro já foram identificados por método papiloscópico, que consiste no confronto das impressões digitais, e já foram liberados.

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Ainda faltam a identificação de outros sete corpos.

A Politec pede que familiares (pai, mãe, filho, ou mais de um irmão) de pessoas desaparecidas, que ainda não forneceram material genético, procurem umas das unidades do Instituto de Medicina Legal (IML) para a coleta do material genético de referência. Os perfis genéticos obtidos são inseridos no Banco Nacional de Perfis Genéticos, onde é realizada uma busca automática em todo o território nacional.

A coordenadora de perícias em Biologia Molecular da Politec, Rosangela Guarienti Ventura, informou que as análises estão em andamento para a conclusão de todas as identificações.

“Nesta ocorrência, em especial, oito das doze ossadas só poderão ser identificadas por DNA, como é o caso do adolescente W.S.M., ou por arcada dentária. Por isso, nós solicitamos à população, especialmente aqueles familiares que tenham algum ente desaparecido, que venha até uma unidade da Politec. É uma coleta da saliva, indolor e rápida”, frisou.

A coordenadora ressaltou que não é preciso a apresentação de boletim de ocorrência deste caso. Basta comparecer à unidade da Politec e levar a documentação pessoal. “Estamos concluindo as demais análises. Em breve, os oito corpos estarão com o DNA disponível para confronto, tanto a nível estadual quanto nacional”, explicou.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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