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Polícias Civil e Militar fecham principal ponto de venda de drogas de Marcelândia

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Marcelândia (535 km de Cuiabá), e a Polícia Militar fecharam, nesta segunda-feira (24.2), o principal ponto de venda de drogas da cidade.

A mulher de 36 anos foi presa em flagrante por tráfico de drogas e outras três pessoas foram conduzidas por uso de entorpecentes. A ação integra os trabalhos do Programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, para combate à atuação de facções criminosas.

As investigações tiveram início após diversas denúncias de que uma mulher estava atuando com a venda de drogas na região do bairro Vila Esperança, em Marcelândia, e que ela seria a maior vendedora de entorpecentes da cidade.

Durante as diligências, a Polícia Civil chegou a conversar com usuários, que relataram que compravam drogas com a suspeita, mas não seriam testemunhas disso por medo, pois ela teria envolvimento com uma facção criminosa.

Diante dos resultados das investigações, a Polícia Civil representou por um mandado de busca e apreensão, que foi deferido pela Justiça e cumprido nesta segunda-feira (24.2), em uma força-tarefa entre as Polícias Civil e Militar.

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No local, foram apreendidas porções de maconha e pasta base de cocaína, além de itens utilizados para preparar a droga para venda, como balança de precisão, papelotes, tesoura, telefones e dinheiro em espécie.

Quatro pessoas foram conduzidas para a delegacia, inclusive a dona do ponto de drogas e um usuário de entorpecentes que estava comprando no momento em que o mandado de busca e apreensão foi cumprido.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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