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Polícia Militar localiza e prende suspeito de matar colega com facadas após discussão em bar

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Policiais militares do 2º Pelotão localizaram e prenderam, nesta terça-feira (18.11), o suspeito pelo homicídio de Antônio Carlos da Costa Santos, de 47 anos, no município de Nova Ubiratã (427 km de Cuiabá). Na ocasião, a irmã do denunciado revelou que o mesmo teria interesse em se entregar à polícia.

Os militares se deslocaram até uma residência localizada na Rua dos Cedros, momento em que se depararam com o suspeito, que não apresentou nenhuma resistência. Às equipes, ele confessou que esfaqueou a vítima, após uma discussão que teve início em um bar.

A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O suspeito ainda revelou onde escondeu a faca utilizada no crime. A arma foi apreendida pelos militares. O crime ocorreu no último domingo (16.11).

De acordo com informações do boletim de ocorrência, policiais militares do município e da Polícia Judiciária Civil foram informados sobre um homicídio nas proximidades de um bar, por volta das 2h40 da manhã. Uma testemunha revelou que Antônio estava ingerindo bebidas alcoólicas com o suspeito e outras duas mulheres.

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Os envolvidos iniciaram uma discussão e uma das testemunhas tentou intervir, porém sem sucesso. O suspeito contou que iria até a sua casa buscar uma faca e ameaçou a vítima de morte. Por sua vez, Antônio também proferiu ameaças contra o então suspeito.

O denunciado se deslocou até a casa de Antônio, invadiu o local, o agrediu com socos e chutes, e posteriormente, desferiu diversos golpes de faca contra ele, que não resistiu aos ferimentos. O óbito foi confirmado por uma equipe de saúde. Desde o fato, o suspeito estava foragido.

Disque-denúncia

A população pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, pelos números 190 ou 0800 065 3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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