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Polícia Militar deflagra operação para reforçar policiamento na zona rural de Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29.05), a Operação Via Rural, em Cuiabá. A ação é desenvolvida pelo 10º Batalhão, com apoio do 1º Comando Regional, na zona rural da Capital e segue até o próximo domingo (02.06).

O comandante do 1º CR, coronel Wankley Correa Rodrigues, afirmou que o reforço do policiamento visa o enfrentamento da criminalidade nas áreas rurais que compreendem a Baixada Cuiabana, em especial que compate o policiamento tático e ostensivo do 10º Batalhão.

“A Operação Via Rural tem a finalidade de criar mecanismos no policiamento tático e ostensivo no intuito de combater crimes como roubo e furto de animais, agrotóxicos, cargas, caminhões, implementos agrícolas e tráfico de entorpecentes”, afirmou coronel Rodrigues, durante a deflagração da operação, na Base da Polícia Militar localizada no Distrito da Guia.

Conforme o comandante do 10º Batalhão, tenente-coronel Bruno Marcel Souza Tocantins, será empregado um efetivo de 18 policiais militares em cinco viaturas. A área de atuação da unidade compreende 34 comunidades rurais nos distritos da Guia, Sucuri e Aguaçu. As regiões contam com mais de dez mil habitantes.

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Neste período, as equipes realizarão ações preventivas e repressivas por meio de barreiras, varreduras policiais, saturação com rondas e abordagens, tanto na zona urbana, quanto rural e seus distritos.

“Desta forma, combateremos todo e qualquer tipo de criminalidade nos municípios e distritos da área de atuação da 10º BPM, proporcionando a sensação de segurança aos diversos segmentos da sociedade, seja no campo ou na cidade. Essa é uma primeira de muitas ações de intensificamento de policiamento, após muito conversar com as lideranças comunitárias. A Polícia Militar sempre estará à disposição da população em qualquer lugar que seja no território mato-grossense”, declarou o tenente-coronel Marcel.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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