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Polícia Civil prende suspeito que invadiu casa e furtou eletrônicos, carro e cachorro

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nessa quarta-feira (22.4), um homem, de 27 anos, suspeito de realizar um furto em uma casa, em Rondonópolis, com aumento de pena por ser durante o repouso noturno.

A ocorrência teve início após a vítima comparecer à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis e relatar que sua residência, no bairro Sagrada Família, havia sido invadida durante a madrugada, com arrombamento do portão.

Foram subtraídos dois televisores, um aparelho celular, um veículo VW Fox e um filhote de cachorro da raça Shih Tzu.

Com base nas informações, a equipe policial deu continuidade às investigações de crimes com o mesmo padrão na cidade, identificando o suspeito por meio de análises de dados e imagens. O veículo furtado foi localizado pela Polícia Militar no bairro Nossa Senhora do Amparo.

Os policiais foram até a residência do investigado, onde realizaram o cerco, após tentativa de fuga. No local, foram recuperados os objetos furtados, incluindo os televisores, o animal de estimação e a chave do veículo.

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O suspeito foi conduzido à unidade policial e apresentado à autoridade competente para as providências legais.

“A ação demonstra a eficiência do trabalho investigativo da Polícia Civil, que, com resposta rápida e integrada, conseguiu identificar o autor, recuperar os bens e dar pronta resposta à sociedade no combate aos crimes patrimoniais”, destacou o delegado Fábio Nahas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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