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Detran leva orientações de segurança no trânsito para 1.500 pessoas em Nortelândia

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O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran) levou, entre terça-feira (22.4) e sexta-feira (25.4), ações educativas de trânsito para mais de 1.500 pessoas do município de Nortelândia. As orientações foram promovidas pela Coordenadoria de Ações Educativas da autarquia com o apoio da 17ª Ciretran local.

Participaram das ações estudantes, pais, professores da rede municipal e estadual de ensino de Nortelândia, além de condutores da cidade.

Durante toda a semana, foram realizadas palestras nas escolas abordando temas, como conduta segura no trânsito e percepção de riscos nas vias. As atividades também incluíram abordagens educativas na principal avenida da cidade, com entrega de suportes para descarte de lixo nos veículos (lixo-car) e distribuição de material informativo voltado à promoção de um tráfego mais seguro.

“As ações educativas de trânsito são fundamentais para promover uma mudança de comportamento duradoura. Ao envolvermos desde crianças e jovens até os condutores já experientes, conseguimos ampliar a conscientização sobre atitudes seguras nas vias. Nortelândia demonstrou grande receptividade e engajamento, o que reforça a importância de levarmos esse trabalho para todas as regiões do Estado”, avaliou a coordenadora de Ações Educativas de Trânsito do Detran-MT, Gresiella Almeida.

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As atividades em Nortelândia contaram com a parceria da Secretaria Municipal de Educação, do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e das forças de segurança pública locais, fortalecendo o compromisso coletivo com a segurança viária e a preservação de vidas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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