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Polícia Civil prende jovem suspeito de tráfico de drogas em Cáceres

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A Polícia Civil prendeu um jovem, de 18 anos, pelo crime de porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. A prisão ocorreu nesta terça-feira (10.2), no bairro Jardim União, em Cáceres, em decorrência de cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juiz de Garantias, da Comarca de Cáceres.

O jovem era alvo de investigação desencadeada pela Delegacia de Polícia Civil de Cáceres, voltada à apreensão de arma de fogo e repressão ao crime organizado, a partir de um vídeo divulgado em redes sociais, contendo declarações afrontosas às forças de segurança e supostas represálias, em razão da morte de um integrante de facção criminosa.

Diante da possibilidade de envolvimento com o grupo criminoso e risco à segurança pública, a Polícia Civil intensificou as investigações, que culminaram na prisão do jovem, um dos alvos da ação policial.

Durante o cumprimento das buscas, a equipe localizou uma arma de fogo calibre .38, ocasião em que foi dada voz de prisão em flagrante ao investigado, que foi conduzido à Delegacia de Polícia para os procedimentos legais cabíveis.

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No local também foram apreendidos uma porção de substância análoga à maconha, uma balança de precisão e um aparelho celular, que também foram entregues na delegacia.

Segundo o delegado responsável pela condução dos trabalhos, a ação integra a Operação Inter Partes, inserida no Programa Tolerância Zero do Governo do Estado, iniciativa voltada ao enfrentamento direto das facções criminosas, apreensão de armas ilegais e redução dos índices de criminalidade na região.

Denúncia anônima

O delegado Mauro Apoitia reforça a importância da participação da sociedade, no combate ao crime. “Informações repassadas pela população têm contribuído significativamente para a identificação de criminosos, apreensão de armas e drogas, e prevenção de crimes mais graves”, enfatizou, destacando que a denúncia é um ato de cidadania, que pode salvar vidas e fortalecer a segurança da comunidade.

As denúncias podem ser feitas de forma anônima e sigilosa pelo Disque 197 ou diretamente nas unidades da Polícia Civil.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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