MATO GROSSO

Polícia Civil prende jovem que fugiu do Fórum da Comarca de Porto Alegre do Norte

Publicado em

Um jovem que fugiu das dependências do Fórum da Comarca de Porto Alegre do Norte, foi preso pela Polícia Civil, na noite de sábado (31.1), na zona rural do município.

A prisão do foragido, de 25 anos, foi realizada pela equipe da Delegacia de Porto Alegre do Norte, em cumprimento ao mandado de prisão decretado pela Justiça.

O suspeito conseguiu escapar e fugir após passar por audiência de custódia, no dia 7 de janeiro deste ano, e desde então vinha sendo procurado.

Durante diligências para localizar o foragido, a equipe identificou um endereço no distrito de Nova Floresta, zona rural de Porto Alegre do Norte, onde o suspeito estava.

Com base nas informações, os investigadores foram até o local e o surpreenderam deitado em uma rede. Na ocasião, o suspeito tentou quebrar o seu celular jogando o aparelho contra o chão.

Durante a ação, outro jovem, de 24 anos, que estava dando apoio foi detido por favorecimento pessoal.

Ambos foram conduzidos à delegacia, sendo o foragido preso por força da ordem judicial e em desfavor do segundo envolvido foi lavrado o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo delito de menor potencial ofensivo.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros combate incêndio em carretas após acidente na BR-364

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Lei Seca prende 4 motoristas embriagados e confecciona 63 multas em Cuiabá

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Trio é preso pela PM suspeito por associação criminosa e tráfico de drogas

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA