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Lei Seca prende 4 motoristas embriagados e confecciona 63 multas em Cuiabá

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Operação Lei Seca realizada na madrugada desta quinta-feira (01.02) na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, resultou na prisão de quatro motoristas por embriaguez ao volante. Os agentes também prenderam um motorista com habilitação cassada, outro que dirigia perigosamente um veículo com sinais identificadores adulterados e um foragido da Justiça.

Nesta 10ª edição, foram aplicados 63 autos de infração, sendo 11 por conduzir veículo sob efeito de álcool, sete por recusa do teste de alcoolemia, seis por dirigir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 22 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado e 17 por infrações diversas.

A operação começou por volta da meia-noite e terminou com 171 pessoas submetidas ao teste do elitômetro. Também foram fiscalizados 169 veículos. Destes, 46 foram autuados e 43 removidos.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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