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Polícia Civil prende homem suspeito de tráfico de drogas em Guarantã

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Uma investigação conduzida pela Polícia Civil, por meio do Núcleo de Combate ao Crime Organizado e Tráfico de Drogas da Delegacia de Guarantã do Norte, resultou na prisão de um homem de 19 anos, suspeito de tráfico ilícito de entorpecentes. A prisão, em flagrante, foi realizada na tarde desta terça-feira (24.2).

A ação foi desencadeada após denúncia de que uma casa estaria sendo usada como ponto de comercialização de drogas. Diante da informação, uma equipe policial iniciou diligências para apurar a veracidade dos fatos.

Durante a investigação, foi possível observar intensa movimentação no imóvel. De acordo com a apuração, diversas pessoas chegavam ao local, permaneciam por poucos minutos, realizavam pagamentos pelo celular, recebiam pequenos invólucros e deixavam rapidamente a residência, dinâmica típica do comércio de entorpecentes, conforme padrões já identificados em outras investigações.

Ainda segundo a investigação, no fim da tarde o suspeito saiu da casa e retornou pouco tempo depois com uma sacola plástica, reforçando as suspeitas da atividade criminosa.

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Diante dos indícios reunidos, informações de inteligência e movimentação característica de tráfico, os policiais decidiram realizar a abordagem. Ao perceber a aproximação da equipe, o homem correu para dentro da residência e tentou dificultar a ação policial utilizando um cão da raça pitbull que estava no imóvel.

Apesar da resistência, os policiais conseguiram conter o suspeito. Na revista pessoal, foi encontrada uma quantidade significativa de droga já fracionada e embalada para venda. O suspeito teria admitido que o entorpecente era destinado ao comércio e que havia mais drogas armazenadas dentro da casa.

Diante da situação de flagrante delito, os policiais realizaram buscas no interior do imóvel, onde localizaram outras porções de entorpecentes, materiais utilizados para fracionamento, embalagens plásticas, aparelho celular, objetos relacionados à prática do tráfico.

Ao final, todo o material foi apreendido e homem foram entregues na delegacia para a formalização do auto de prisão em flagrante por tráfico de drogas e dos demais procedimentos legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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