MATO GROSSO

Polícia Civil prende homem condenado pela Justiça pelo crime de tráfico de drogas

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Um homem condenado pelo crime de tráfico de drogas foi preso pela Polícia Civil, nesta terça-feira (10.3), em Pedra Preta, durante ação para cumprimento de mandado judicial.

O condenado, de 59 anos, estava com a ordem de prisão expedida pelo juízo da Vara Única da Comarca local, referente à regressão cautelar de regime com pena restante de mais de 3 anos de reclusão em regime fechado.

Durante investigação a Delegacia de Petra Preta apurou que o foragido estava residindo em um endereço na cidade Rondonópolis.

Diante dos fatos a equipe deslocou-se até Rondonópolis, onde efetuaram a prisão do procurado trabalhando em uma oficina mecânica, no bairro Jardim Monte Líbano.

Em cumprimento ao mandado judicial o homem foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis para as providências cabíveis, e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

A ação evidencia o trabalho investigativo e de diligência realizado pela polícia civil, reforçando o compromisso da instituição no cumprimento de decisões judiciais e no combate à criminalidade.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil investiga ataques e perseguição a pároco e líder religioso em Barra do Garças

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta quarta-feira (3.6), a Operação Veritas, para cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar no âmbito da investigação que apura a suposta prática dos crimes de calúnia, difamação, injúria e perseguição contra um líder religioso.

As investigações sobre os ataques e atos de perseguição contra um pároco e líder religioso em Barra do Garças são conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia do município. Os elementos reunidos durante a apuração subsidiaram a decisão judicial que resultou no cumprimento de uma ordem na cidade de Cuiabá.

Investigação

As diligências iniciaram após o registro de representação criminal relatando a continuidade de publicações e comunicações direcionadas a membros da instituição religiosa sediada em Barra do Garças, mesmo após procedimentos anteriores relacionados aos fatos terem sido formalmente encerrados.

Durante a apuração foi constatada a possível utilização de aplicativos de mensagens, redes sociais, listas de transmissão, e-mails e outros meios digitais para a divulgação reiterada de conteúdos considerados ofensivos e acusatórios contra integrantes da instituição religiosa.

A Polícia Civil ouviu vítimas e testemunhas, além de reunir documentos, registros digitais, capturas de tela, publicações em redes sociais e outros elementos de informação considerados relevantes para a apuração dos fatos. Também foram produzidos relatórios técnicos voltados à preservação das evidências digitais já identificadas no procedimento.

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Conforme o delegado responsável pelas investigações, Adriano Marcos Alencar, os indícios apontavam para a existência de uma atuação reiterada por meio de diferentes canais de comunicação digital, circunstância que motivou o pedido de medidas cautelares para preservação de provas e interrupção das supostas condutas investigadas.

“Entre os fatores avaliados estavam o risco de exclusão de conteúdos, apagamento de mensagens e eventual perda de informações armazenadas em dispositivos eletrônicos. Ao analisar o pedido, o Judiciário reconheceu a existência de elementos suficientes para autorizar a realização da busca e apreensão, destacando a necessidade de preservação de possíveis provas digitais relacionadas aos fatos investigados. A decisão judicial também ressaltou a possibilidade de que dispositivos eletrônicos pudessem conter registros relevantes para a elucidação do caso”, destacou o delegado.

Mandado cumprido

Durante o cumprimento do mandado, os policiais civis apreenderam aparelhos celulares, notebooks, computadores, tablets, mídias digitais, documentos, anotações e outros materiais diretamente relacionados à investigação.

Também foi autorizada a extração, preservação e análise pericial dos dados armazenados nos equipamentos eventualmente apreendidos, incluindo a recuperação técnica de arquivos apagados, observados os limites definidos judicialmente.

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Além da busca e apreensão, o Poder Judiciário decretou medidas cautelares diversas da prisão, determinando ao investigado a proibição de manter contato direto ou indireto com as vítimas, a obrigação de manter distância mínima de 200 metros delas e a vedação de publicar, compartilhar ou impulsionar conteúdos potencialmente ofensivos relacionados aos fatos apurados na investigação.

Continuidade

Todo material apreendido na operação será encaminhado para análise técnica e pericial, etapa que deverá auxiliar no aprofundamento das investigações e na identificação de eventuais responsabilidades criminais.

A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Barra do Garças, segue com as diligências para o completo esclarecimento dos fatos e posterior encaminhamento do procedimento às autoridades competentes para as providências legais cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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