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Autor de estupro praticado em Matupá é preso na região de Jaciara

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Um homem acusado de estuprar a enteada de 15 anos, no município de Matupá (695 km ao norte de Cuiabá), foi preso em flagrante na nesta sexta-feira (16.08), em Rondonópolis, quando tentava fugir para Mato Grosso do Sul.

O suspeito foi preso pela Polícia Rodoviária Federal após troca de informações entre a Polícia Civil e Polícia Militar de Matupá.

Na noite de quinta-feira (15.8), a equipe do Hospital Municipal de Matupá acionou a Polícia Militar após a vítima dar entrada na unidade de saúde relatando que havia sido embriagada e estuprada pelo padrasto.

Diante das informações, a Delegacia de Matupá foi comunicada. Em seguida, os policiais civis e militares passaram a diligenciar para localizar o suspeito.

Após trabalho de inteligência, as equipes constataram que o padrasto havia fugido de carro para Cuiabá, razão pela qual as forças de segurança pública da Capital foram acionadas.

Na manhã desta sexta-feira, policiais da Rotam localizaram o veículo do suspeito na Rodoviária de Cuiabá. Os militares apuraram que ele havia comprado uma passagem para Campo Grande e estava em um ônibus passando, naquele momento, pela cidade de Jaciara.

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Imediatamente, a Polícia Rodoviária Federal foi acionada e interceptou o ônibus, efetuando a prisão do suspeito.

Ele foi conduzido para a Central de Flagrante de Rondonópolis, onde foi interrogado e autuado pelo crime de estupro.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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