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Polícia Civil prende dono de loja de suplementos em Cuiabá por venda de anabolizantes

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (27.11), um homem, de 46 anos, proprietário de uma loja de suplementos, flagrado vendendo anabolizantes e produtos estrangeiros sem autorização para comércio no Brasil.

A ação da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em conjunto com a Vigilância Sanitária de Cuiabá, teve como alvo uma loja dentro de uma academia no Bairro Verdão, que segundo denúncias estaria comercializando anabolizantes, ilegalmente .

Ao chegarem no loja, as equipes foram recebidas pelo proprietário, que se apresentou como gerente. Durante a inspeção, os fiscais encontraram três caixas lacradas com substâncias anabolizantes de origem estrangeira, importadas irregularmente, sem registro sanitário no Brasil, violando determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Também foi encontrada grande quantidade de suplementos estrangeiros e produtos com prazo de validade vencidos, que foram apreendidos pela Vigilância Sanitária.

Durante a ação, o proprietário da loja relatou, espontaneamente, que há alguns anos havia sido detido pela suposta prática de comercialização ilegal de anabolizantes. A equipe da Decon verificou, ainda, que havia dois números distintos de CNPJ vinculados à empresa fiscalizada.

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Diante dos materiais encontrados, que apontavam para a prática de crime contra a saúde pública, por expor à venda produto destinado a fins medicinais sem registro no órgão de vigilância sanitária competente, o delegado Rogério Ferreira prendeu o proprietário da loja em flagrante e o levou para a Decon. Depois, ele foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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