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Polícia Civil deflagra operação de combate às facções criminosas em Confresa

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (13.3), a Operação Interrupt, em Confresa (1.025 km de Cuiabá), visando o combate às facções criminosas na região. Foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão. Os alvos são membros de facções criminosas.

A Operação Interrupt é um desdobramento da Operação Liderança, que também teve como foco o combate ao crime organizado. Um dos alvos desta nova fase é filho de um preso da Operação Liderança, que supostamente teria dado continuidade aos negócios ilícitos do pai, suspeito de ser um dos líderes do tráfico em Confresa.

O delegado Mauro Apotia, titular da Delegacia Municipal de Confresa, afirmou que a operação é um fortalecimento ao programa desenvolvido pelo Governo do Estado de combate à criminalidade, o “Tolerância Zero às Facções Criminosas”.

“A Polícia Civil conseguiu lograr êxito na identificação dos envolvidos com o crime organizado. O nome da operação faz alusão à interrupção do fluxo criminoso”, destacou o delegado.

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A investigação contou com o apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil (NIPO) de Cuiabá, e os mandados também estão sendo cumpridos em outras cidades, como Paranatinga.

A ação faz parte da Operação Inter Partes, que integra o planejamento da Polícia Civil de Mato Grosso de enfretamento às facções criminosas do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Cerca de 20 policiais civis participaram da operação, incluindo agentes de Confresa, Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha.

Foram apreendidos celulares, anotações do tráfico e outros itens que podem corroborar a participação dos alvos no crime organizado.

O delegado Mauro Apotia ressaltou, ainda, que a população pode colaborar com o trabalho da Polícia Civil por meio de denúncias anônimas e pelo Disk Extorsão, um novo canal exclusivo para denunciar extorsões praticadas por facções criminosas, lançado na última terça-feira (11.3), pelo governador Mauro Mendes, que garante sigilo absoluto aos cidadãos.

O “Disque Extorsão Contra Facções Criminosas” está disponível através do número 181 e no site da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), e é uma ação do programa Tolerância Zero, instituído pelo Governo de Mato Grosso.

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Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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