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Polícia Civil de MT inicia ano com 56 operações deflagradas em todo estado

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Nos primeiros 40 dias de 2026, a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou 56 operações em todo o Estado, mantendo ritmo de atuação no combate à criminalidade e, reforçando o compromisso da instituição em manter a celeridade crescente das investigações.

Com técnicas investigativas qualificadas, um dos principais objetivos da instituição é desestruturar e descapitalizar facções criminosas instaladas nos municípios mato-grossenses.


Entre 1º de janeiro e 10 de fevereiro, a Polícia Civil realizou 56 operações em Mato Grosso. Do total, 30 foram conduzidas por delegacias vinculadas à Diretoria do Interior, 15 pela Diretoria de Atividades Especiais e 11 por unidades da Diretoria Metropolitana, conforme balanço institucional.

A sequência de atos complexos e coordenados desenvolvidos pelas equipes de policiais civis, e que embasou as 56 operações, resultou também na prisão de 266 pessoas, decretadas pela Justiça, por envolvimento em crimes.

Os dados representam aumento de mais de 43% das operações policiais, com relação ao mesmo período do ano passado (2025), ocasião em que foram deflagradas 39 operações em Mato Grosso.

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O levantamento é da Diretoria de Inteligência, da Polícia Civil, que monitora mensalmente os dados com objetivo de analisar as ações, visando subsidiar o planejamento estratégico para a melhor aplicação e execução do trabalho investigativo.

Entre as frentes de atuação estão o enfrentamento aos crimes de lavagem de dinheiro, desvios de verbas públicas, organização criminosa, tráfico de drogas, homicídio, estelionato, fraudes eletrônicas e meio ambiente.

Essas operações tiveram alcance interestadual em outros estados, demonstrando a complexidade dos crimes investigados, e a necessidade de cooperação entre as diferentes forças de segurança para desarticular e prender indivíduos que cometem ilícitos penais além das fronteiras estaduais.


De acordo com a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, o aumento das operações reflete o compromisso da instituição em intensificar o combate ao crime organizado e outros crimes graves no estado. A continuidade desse trabalho em 2026 busca consolidar os avanços obtidos em 2025.

“Esse resultado é fruto do engajamento dos policiais civis e reforça o planejamento estratégico de intensificar as operações, com investigações qualificadas e eficientes, capazes de reduzir índices de violência em Mato Grosso”, destacou a delegada-geral.

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Operação Pharus

Em 2026, a Polícia Civil inicia ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso. .

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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