MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre mandados contra líder de facção criminosa preso na Mata Grande

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A Polícia Civil deflagrou na terça-feira (02.07), em Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá), a segunda fase da Operação Alcatraz, para o cumprimento de um mandado de prisão e um de busca e apreensão na Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis.

A operação tem como foco a responsabilização de lideranças de facção criminosas, que mesmo reclusos no sistema prisional, ordenam homicídios e outros crimes na cidade de Cáceres e região.

As investigações conduzidas na 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres, em andamento há aproximadamente seis meses, identificaram que detentos utilizam de aparelhos celulares de dentro do presídio para determinar a prática dos crimes.

Na unidade prisional foi dado cumprimento ao mandado de prisão contra o detento alvo da operação. Durante buscas em sua cela, foram apreendidos diversos objetos, dentre eles, um aparelho celular, cinco chips de telefone, um cartão de memória, três cabos e carregadores de celular, um retroprojetor de imagens (tipo canhão), uma caixa de som e dois fones de ouvido.

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A operação integra os trabalhos da Operação Erga Omnes, coordenada pela Diretoria da Polícia Civil, com foco no combate à atuação de facções criminosas em todo o estado de Mato Grosso. 

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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