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Polícia Civil cumpre dois mandados judiciais contra investigado por violência doméstica

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Cinco armas de fogo foram apreendidas pela Polícia Civil, e um foragido da Justiça preso, na quarta-feira (18.3), em Pontes e Lacerda, na Operação Marias deflagrada para cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão domiciliar.

O trabalho é continuidade da Operação Legado de Maria, realizada pela Polícia Civil em alusão ao Mês da Mulher, para cumprir mandados de prisão contra pessoas investigadas por violência doméstica e familiar.


A Delegacia de Pontes e Lacerda foi acionada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, acerca de um mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão em três endereços, sendo um deles na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Diante das informações repassadas pela DEDM de Cuiabá, os policiais civis iniciaram as diligências para cumprimento simultâneo das ordens judiciais expedidas pela 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar Contra Mulher da Comarca de Cuiabá.


O homem alvo do mandado de prisão, de 54 anos, foi preso no bairro Bela Vista, em Pontes e Lacerda. Além da prisão preventiva, o homem foi autuado em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo.

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No outro endereço vinculado ao suspeito, que fica na zona rural de Vila Bela da Santíssima Trindade, foram realizadas buscas e localizadas cinco armas de fogo, três de calibre restrito e duas de calibre permitido.


Na ocasião foi verificado que duas armas eram do proprietário investigado por violência doméstica, e três pertenciam ao caseiro do imóvel rural. Razão pela qual este também foi conduzido para esclarecimentos junto com o armamento apreendido.

A Polícia Civil reafirma o seu compromisso no combate aos crimes contra a mulher e familiar, atuando com prioridade no enfrentamento à violência de gênero.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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