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PM recepciona 29 novos alunos para o Curso de Formação de Oficiais na Academia Costa Verde

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¿A Polícia Militar de Mato Grosso deu início, na manhã desta segunda-feira (27.1), à 23ª turma do Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Academia de Polícia Costa Verde (APMCV) com 29 novos cadetes.

Na ocasião, os cadetes cruzaram o Portão das Armas, como forma de simbolizar a entrada no curso, em cerimônia realizada no pátio da sede da unidade em Várzea Grande. O curso tem duração de dois anos.

O coordenador da Academia Costa Verde, tenente-coronel PM Gabriel Rodrigues Leal, apontou que a passagem pelo portão das armas marca o começo de um novo ciclo na trajetória dos alunos, simbolizando o compromisso com a honra, disciplina e os valores que norteiam a formação do oficial militar.

O curso tem ainda por objetivo o aprimoramento doutrinário, filosófico, humanístico e decisório dos oficiais alunos ao nível estratégico de doutoramento em Segurança Pública.

“Realizamos a entrada dos novos cadetes pelos portões da Academia de Polícia Militar Costa Verde, que representa a afirmação de continuidade das tradições militares. A unidade busca ser referência no que tange ao ensino da praça policial militar, por isso vem se aperfeiçoando para elevar o nível de qualidade”, ressaltou.

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O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, frisou o comprometimento da instituição em preparar e capacitar os policiais militares do Estado acerca de inúmeros desafios da profissão, além de destacar os investimentos por parte do Governo do Estado com a entrega de viaturas, equipamentos e armamentos dos militares.

“Os alunos terão tempo necessário para saírem oficiais muito bem preparados para garantirem um trabalho de qualidade na Segurança Pública. Esses militares serão muito cobrados para terem excelência, comprometimento e ética no exercício da profissão. A Polícia Militar de Mato Grosso é uma das mais qualificadas e equipadas, sendo uma instituição referência no país”, disse.

Presente na solenidade, o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, parabenizou os novos alunos da 23ª turma do Curso de Formação de Oficiais (CFO) e enalteceu os esforços do Governo do Estado em investimentos na Segurança Pública.

“O governador Mauro Mendes vem construindo um grande legado com importantes investimentos para garantir e resgatar a sensação de segurança nos 142 municípios do estado, com a convocação de novos policiais militares, quase 15 mil câmeras do Vigia Mais MT, intensificando o policiamento nas operações de combate às facções criminosas, de invasões de terras e reforço do patrulhamento tático e ostensivo nas zonas rurais e urbanas, como nunca antes na história de Mato Grosso”, declarou.

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O deputado federal e ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel Assis, que também participou da solenidade alusiva à entrada dos alunos na Academia Costa Verde, enalteceu atual gestão estadual e do Comando Geral para início de novas turmas. “Fui aluno dessa academia e me enche de orgulho ver uma turma iniciando. Me fez lembrar que o caminho não foi fácil, mas, com garra e determinação, superei todos os desafios. Esse dia marca o compromisso e respeito dos nossos gestores”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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