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PM prende caminhoneiro por agressão e apreende espingarda em Vila Rica

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Policiais militares da cidade de Vila Rica (a 1.123 km de Cuiabá) prenderam um homem caminhoneiro, de 45 anos, por lesão corporal, ameaça e porte ilegal de arma, na tarde desta quinta-feira (5.3). O suspeito foi localizado após ter discutido e agredido um outro caminhoneiro. Com ele, a PM apreendeu uma espingarda de calibre 32.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais foram acionadas pela vítima, de 46 anos, que estava em um posto de combustível. Em seu relato, o homem afirmou que estava no local quando teria entrado em uma discussão com outro caminhoneiro, que teria lhe agredido e feito ameaças contra ele, utilizando uma arma de fogo.

Ainda de acordo com o homem, a briga teria ocorrido por conta de uma manobra de trânsito entre os veículos e que o suspeito teria fugido do local em sentido ao Estado do Pará. Outros caminhoneiros que estavam no local da denúncia também confirmaram a discussão e ameaças.

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Os militares iniciaram diligências e encontraram o caminhão com as mesmas características informadas pela vítima. A PM abordou o condutor do carro que, ao ser questionado, confirmou ter entrado em uma briga, porém negou ter usado a arma de fogo.

Os policiais fizeram buscas no caminhão e encontraram uma espingarda de calibre 32 com três cartuchos de munição.

O suspeito não possuía porte para estar com o objeto e recebeu voz de prisão dos policiais militares. Ele foi conduzido até a delegacia para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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