Em duas edições da Operação Lei Seca de 2025, realizadas na madrugada deste domingo(30.3), de forma simultânea nos dois sentidos da Avenida Jornalista Archimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), em Cuiabá, resultaram em 12 prisões por embriaguez ao volante, duas delas com agravantes de outros delitos.
Nesses dois casos com implicações que agravam a autuação do condutor, além do consumo de álcool, que por si só já gera a prisão em flagrante, os condutores não tinham habilitação para dirigir. Um deles por não ser habilitado e o outro por estar a CNH suspensa. Portanto, mesmo em condições normais, sem o consumo de álcool, eles não poderiam assumir direção de veículo.
As operações começaram as 3h e se estenderam até por volta das 6h da manhã de hoje (30.3). Nesse período, 130 veículos, carros e motocicletas, foram fiscalizados e 131 condutores fizeram o teste de alcoolemia.
O relatório aponta ainda que 30 veículos acabaram sendo removidos, sendo 19 carros e 11 motocicletas, e 59 infrações aplicadas em decorrência das autuações criminais e de irregularidades com a documentação dos veículos e seus condutores.
A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), em conjunto com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo. A Guarda Municipal de Várzea Grande e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá integram as equipes da Sesp quando as ações ocorrem em seus municípios.
IMPLICAÇÕES
Além da autuação criminal com exigência do pagamento de fiança para responder pelo crime em liberdade, a multa inicial para quem dirigir embriagado é R$ 2,9 mil e pode chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência.
A ex-presidente do Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT), Wania Dantas (MDB), passou a ser cogitada como uma das possíveis candidatas a vice na chapa do senador Wellington Fagundes (PL), que disputa o Governo do Estado.
Nos últimos dias, o nome da ex-prefeita de Sinop e segunda suplente de senadora Rosana Martinelli também entrou nas articulações para a vaga. Rosana é candidata à Câmara dos Deputados, enquanto Wania Dantas disputa uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições deste ano.
Inicialmente, o nome ventilado para a vice foi o do empresário Marcelo Maluf, do Novo. A possibilidade avançou a ponto de Maluf constar formalmente na ata da convenção partidária como candidato a vice-governador na chapa de Wellington.
A composição, no entanto, mudou poucas horas depois. O PL apresentou uma nova formação à Justiça Eleitoral, desta vez com o médico Alencar Farina (PL) ocupando a vaga de vice.
Até o momento, Wellington Fagundes não se pronunciou oficialmente sobre quem será o candidato a vice em sua chapa.
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