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Operação Lei Seca termina com captura de foragido da Justiça e remoção de 52 motos em Cuiabá

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As forças de segurança de Mato Grosso prenderam um motociclista com um mandado em aberto durante as fiscalizações da Operação Lei Seca, realizada na noite desta quarta-feira (10.12), na Avenida Governador Dante Martins de Oliveira, bairro Carumbé, em Cuiabá. O condutor possuía uma condenação por furto.

Além da prisão, essa operação, que integra as ações do programa Tolerância Zero, resultou em 92 multas e na remoção de 52 motocicletas por diversas irregularidades relacionadas aos condutores e à situação do veículo. As abordagens tiveram início às 21h e prosseguiram até as 23h45. No total, foram abordadas 263 motocicletas e aplicados 266 testes de alcoolemia.

De acordo com o relatório apresentado na manhã de hoje (11.12), 20 multas foram motivadas pela ausência de registro ou licenciamento junto ao órgão estadual de trânsito, 25 por motociclistas não estarem habilitados (sem CNH), entre outras questões.

A Operação Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), órgão da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Civil, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Sistema Socioeducativo, da Polícia Penal, do Corpo de Bombeiros Militar (CBMMT), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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