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Operação Lei Seca resulta na prisão de nove motoristas por embriaguez ao volante

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Nove pessoas foram presas por embriaguez ao volante durante a 133ª edição da Operação Lei Seca, que ocorreu de forma simultânea em duas avenidas de Várzea Grande. A operação começou às 23h45 desta quarta-feira (13.12) e terminou com 73 multas aplicadas.

Do total de autuações, 20 foram por conduzir veículo sob efeito de álcool, 7 por recusa do teste de alcoolemia, 11 por dirigir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 24 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado e 12 por infrações diversas.

Na operação que ocorreu na Avenida Dom Orlando Chaves, no bairro Ponte Nova, cinto motoristas foram detidos por embriaguez ao volante e uma pessoa por porte de drogas. Neste ponto, 42 pessoas foram submetidas ao teste de alcoolemia e 23 veículos foram removidos. Dos 38 veículos fiscalizados, 19 foram autuados.

Já na Avenida Dr. Paraná, no bairro Cristo Rei, quatro motoristas foram presos por embriaguez ao volante. Neste local, 60 pessoas passaram pelo teste de alcoolemia, 60 veículos foram fiscalizados, sendo que 29 foram autuados e 25 removidos.

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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