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Obras continuam com recuperação do asfalto na Avenida do CPA

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As obras de implantação da infraestrutura do Sistema BRT seguem em andamento com serviços de recuperação do asfalto na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, na região do Centro Político Administrativo.

Está sendo realizada a fresagem, que é a raspagem da atual camada de asfalto, para que seja aplicada uma nova capa. Durante a realização do trabalho podem ocorrer interdições momentâneas para operação das máquinas no trecho.

Neste sábado e domingo (30 e 31.5) o serviço será executado no cruzamento das avenidas Hélio Ribeiro (rua da Amaggi) e Argélia (lateral do shopping Pantanal). Essa travessia será interditada durante a realização das obras. O mesmo serviço também será feito no contorno para acesso a Avenida Juliano Costa Marques (rua da Receita Federal), também com interdição da travessia.

Em outros trechos da Avenida da Prainha, também segue o trabalho de pavimentação da faixa de ônibus, que recebe uma capa de asfalto especial. Durante execução desses serviços, também pode ocorrer a interdição de uma faixa da Avenida.

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Complexo Leblon

No Complexo Leblon as obras seguem sem novas alterações no trânsito. Na Trincheira da Rua Boa Vista o trabalho será na execução dos muros de contenção da trincheira e na drenagem da Rua Boa Vista. Já em frente a Todimo Lar Center, segue a pavimentação da Rua Estrela do Norte e execução das contenções.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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