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Museu de História Natural de MT terá feira permanente a partir deste domingo (7)

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O Museu de História Natural de Mato Grosso passa a ter feira permanente a partir deste domingo (7.6), das 8h às 14h, com entrada gratuita. O evento ocorrerá todos os domingos, reunindo artesanato, gastronomia, economia criativa e experiências culturais em um ambiente integrado à natureza, às margens do Rio Cuiabá.

Com mais de 30 feirantes, a Feira no Museu será espaço de convivência para toda a família, aproximando a comunidade do patrimônio histórico e ambiental de Mato Grosso.

“É uma oportunidade de vivenciarmos trocas e saberes de artesãos tradicionais e contemporâneos, proporcionando a economia criativa. Tudo isso junto a área do Museu com muita cultura, meio ambiente e sustentabilidade”, destaca a coordenadora do Museu, Suzana Hirooka.

Além de encontros, trocas e experiências, o público poderá conhecer e adquirir produtos variados, entre os quais acessórios em cerâmica plástica, produzidos pela jornalista e artesã Maricelle de Lima.

“Cada peça é única, feita artesanalmente, com muita dedicação e identidade. Busco valorizar elementos que remetem à nossa região, trazendo referências da cuiabania e de Mato Grosso por meio de formas, cores vibrantes e detalhes que representam a riqueza cultural e natural do nosso estado”, informa Maricelle.

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Animada com a participação nesta 1ª edição da Feira no Museu, a jornalista artesã conta ainda que o evento regular oportunizará a divulgação de diversos empreendedores da economia criativa.

“Será muito especial para os artesãos e empreendedores criativos da nossa cidade apresentarem seus trabalhos em um espaço tão bonito, acolhedor e cheio de significado para a cultura cuiabana”, conclui.

Programação Mês do Meio Ambiente

O Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (ECOSS), que faz a gestão compartilhada do equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), promove também outras atividades na programação especial neste mês de junho. Confira:

Doação de mudas
Distribuição gratuita de mudas de árvores nativas e frutíferas
Quando: entre terça e sexta-feira (2 e 5.6)

Oficina “Eu Passarinho: estórias com pássaros, encantos e educação ambiental”
Quando: sábado (6.6), às 8h
Público: crianças de 10 a 12 anos
Inscrições: AQUI

Exposição temporária “Casulos”
Quando: prorrogada até a próxima terça-feira (9.6)

São João no Museu
Com música, comidas e bebidas típicas
Integrado à Feira no Museu
Quando: 21 de junho, das 8h às 14h

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Localizado na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), nº 2.000, em Cuiabá, o Museu de História Natural de Mato Grosso funciona de terça a domingo, das 8h às 18h. Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia), com entrada gratuita aos domingos e feriados.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 99686-7701 ou pelo Instagram @museuhistorianaturalmt.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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