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Mato Grosso tem a menor taxa de desemprego do país

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Mato Grosso registrou a menor taxa de desemprego do país no primeiro trimestre deste ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Divulgado nesta sexta-feira (17.05), o índice de pessoas sem ocupação no Estado ficou em 3,7%.

No mesmo período do ano passado, Mato Grosso era o terceiro do país com o menor percentual de pessoas desempregadas, atrás de Santa Catarina (3,2%) e Rondônia (3,8%). Agora, está em primeiro, ao lado de Rondônia, que também registrou índice de 3,7%. Já Santa Catarina caiu para segundo lugar, com 3,8%, e o Paraná, ficou em terceiro, com 4,8%.

“Estamos há anos consecutivos no pódio dos Estados com menor desemprego. E isso é resultado do esforço conjunto do Governo, da iniciativa privada e do nosso povo trabalhador. Criamos um equilíbrio fiscal e uma gestão com foco em eficiência, que tem atraído investimentos e empresas para Mato Grosso. Além disso, as milhares de obras que o Governo toca, direta ou indiretamente, tem ajudado a aquecer diversos setores e, com isso, gerado cada vez mais empregos”, destacou o governador Mauro Mendes.

O desempenho de Mato Grosso vai na contramão do país, que teve aumento na taxa do desemprego em oito estados, sendo eles: Acre, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

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Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, este é um dos reflexos do dinamismo da economia de Mato Grosso em uma combinação de investimentos públicos por parte do Governo do Estado, segurança jurídica, políticas de incentivos fiscais e atração de investidores privados.

“Isso significa que as políticas públicas implementadas pelo Governo continuam proporcionando oportunidades a todos que querem investir, que querem empreender, gerando emprego em nosso estado. A grande política social é a oportunidade de trabalho, a oportunidade de ter dignidade e de crescer. Mato Grosso, mais uma vez, na contramão do que acontece no Brasil. Aqui é o lugar onde o Brasil dá certo e nós vamos continuar trabalhando por um estado cada vez melhor”, disse César Miranda.

Conforme o IBGE, 1,9 milhão de mato-grossenses estão na força de trabalho, sendo 1,8 milhão trabalhando com carteira assinada ou não, e outros 73 mil estão desempregados. No primeiro trimestre de 2023, o número de desempregados no Estado era de 83 mil.

Dentre os trabalhadores, 1,309 milhão estão no setor privado, enquanto o setor público emprega 213 mil pessoas. Outros 466 mil trabalhadores atuam por conta própria.

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Os empregos com carteira assinada no Estado tiveram saldo positivo de 25.688, ao contratar mais do que demitir de janeiro a março de 2024. O setor de serviços é o primeiro ao empregar cerca de 10,8 mil pessoas, seguido pela construção civil (4,2 mil) e a indústria (4,1 mil).

A indústria de Mato Grosso teve o 2º maior crescimento do Brasil em março deste ano, se comparado a fevereiro. Enquanto no país a produção industrial cresceu 0,9%, no Estado foi 2,5%, atrás somente do estado do Pará, que aumentou a produção industrial em 3,8%.

O crescimento da produção industrial reflete diretamente na política de incentivos fiscais como o Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), que oferece descontos no ICMS em operações internas e interestaduais.

“Uma política de incentivos fiscais transparente, sem burocracia e com tratamento isonômico você atrai mais indústrias para aqueles que buscam fazer investimentos e ampliarem suas estruturas, gerando mais vagas de trabalho e tornando Mato Grosso um estado de oportunidades”, finalizou o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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