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Mais de 30 mil vagas seguem abertas na rede estadual de ensino para o ano letivo de 2026

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A rede estadual de ensino de Mato Grosso ainda conta com mais de 30 mil vagas abertas para matrículas no Ensino Fundamental e no Ensino Médio para o ano letivo de 2026. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), até esta terça-feira (13.1), 272.588 estudantes já estavam matriculados nas unidades da rede.

A meta da Seduc é alcançar 303.907 alunos matriculados no ensino regular até o início das aulas, marcado para o dia 2 de fevereiro. Para ampliar o número de estudantes atendidos, as escolas estaduais deram início nesta semana à convocação dos alunos que aguardam na lista de espera e seguem realizando matrículas presenciais diretamente nos balcões das secretarias escolares.

Mesmo durante o período de férias, o atendimento ao público continua ativo. A medida tem como objetivo garantir que todos os estudantes tenham acesso à rede pública estadual de ensino antes do início do ano letivo.

Quando não há vaga disponível na escola escolhida, a orientação é que pais ou responsáveis procurem as Diretorias Regionais de Educação (DREs). As unidades regionais prestam apoio às famílias e auxiliam na localização de outras escolas da rede com disponibilidade de vagas.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, fez uma avaliação positiva do processo de matrículas e destacou a eficiência do sistema digital adotado pelo Governo. “O sistema de Matrícula Web funcionou de forma eficiente, segura e transparente, facilitando o acesso das famílias e dando mais agilidade a todo o processo”.

“Ainda assim”, completou ele, “para quem não conseguiu vaga pela internet, reforçamos que as escolas da rede estadual continuam de portas abertas, inclusive durante as férias, com equipes preparadas para atender presencialmente. Nosso compromisso é garantir que nenhuma criança ou jovem fique fora da escola e assegurar o direito à educação para todos”, afirmou.

O secretário reforça que este é um período decisivo para a organização do ano letivo de 2026 e orienta as famílias a procurarem as escolas o quanto antes, evitando deixar a matrícula para a última hora e garantindo a vaga dos estudantes na rede estadual.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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