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Laboratório de Química da Politec obtém 100% de acerto em ensaio do Inmetro

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Exames de identificação de drogas do laboratório de Química Forense da Politec obtiveram 100% de acerto na 5ª rodada do Ensaio de Proficiência promovido pelo Inmetro. O resultado confirma a excelência na identificação de cocaína, lidocaína e demais substâncias analisadas, e evidencia o alto nível técnico da equipe, alinhado às melhores práticas nacionais de qualidade analítica.

Além disso, a Politec se destacou nacionalmente na análise quantitativa, sendo um dos poucos órgãos periciais que quantificaram cocaína com resultado aceito, e foi o único a quantificar lidocaína com desempenho satisfatório. Para o Gerente de Perícias de Química Forense, Ewerton Barros, esse desempenho coloca a unidade em posição de referência técnica no país, e demonstra a capacidade avançada não apenas de identificar, mas também de medir com precisão substâncias de interesse forense.

“Ressalto que a parceria com o departamento de Química da UFMT, que por meio do convênio UFMT–POLITEC, foi fundamental para o alcance do nível de qualidade obtido nos resultados. Agradeço especialmente ao professor Leonardo e aos residentes técnicos Matheus e Arielly pelo apoio nas análises das amostras”.

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O ensaio de proficiência consiste no envio de amostras-controle aos laboratórios participantes, que realizam as análises seguindo seus procedimentos rotineiros, simulando as condições reais de trabalho pericial.

As amostras são analisadas com o mesmo rigor técnico aplicado às perícias oficiais, e os resultados são comparados estatisticamente pelo Inmetro, o que permite avaliar a exatidão e a confiabilidade das medições realizadas.

O exame pericial de química forense é realizado para comprovação de que a substância apreendida efetivamente é uma droga, podendo materializar o crime de tráfico. Ele atesta a natureza e a composição da substância apreendida, sendo indispensável para a validade jurídica das provas.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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