Continuam abertas as inscrições para a 9ª Corrida do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar. A prova acontece nos dias 22 e 23 de fevereiro de 2025, com trajetos de cinco e dez quilômetros, além da categoria infantil.
As inscrições estão no segundo lote para o público geral, no valor R$ 150,00 para adultos. Para agentes da segurança pública, o valor da inscrição continua em R$ 130,00. Os competidores podem se inscrever por meio do site morro-mt.com.br. As inscrições para a categoria kids já se encerraram.
A inscrição dá direito ao kit do atleta, composto pela camiseta da prova, chip de cronometragem, sacola personalizada e medalha da competição, após a conclusão do percurso.
Neste ano, a organização da prova concederá para os vencedores, masculino e feminino, o prêmio de R$ 2 mil para a categoria de 10 quilômetros; e R$ 1,5 mil para a categoria de 5 quilômetros.
O comandante do Bope, tenente-coronel Hugo Roberto Silva Reis, destacou que a Corrida do Bope tem ganhado força dentro do calendário esportivo mato-grossense e que a organização da prova estima receber até 6 mil competidores neste ano.
“A Corrida do Bope já se tornou uma tradição dentro das provas do Estado, trazendo essa integração da sociedade com a Polícia Militar por meio do esporte. Neste ano, estamos preparados para receber até seis mil participantes adultos e 500 crianças, por isso convidamos a todos que participem do evento para esse momento de lazer e diversão”, destacou o tenente-coronel.
As provas da categoria kids acontecem, na tarde do dia 22 de fevereiro, dentro do quartel do Bope. As provas da categoria adulto acontecem na manhã do dia 23 de fevereiro, com previsão de largadas e chegadas na frente da unidade.
Demais informações sobre a prova acesse clicando AQUI.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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