MATO GROSSO

Governo de MT prepara Palácio das Artes Marciais para ser um dos melhores das modalidades no país

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está realizando uma ampla reforma no Palácio das Artes Marciais do Complexo Arena Pantanal. Com previsão de conclusão até outubro deste ano, diversas melhorias buscam preparar o espaço para ser um dos melhores das modalidades no país.

“Vamos entregar um excelente local para a prática de artes marciais, será um dos melhores do Brasil, principalmente pela qualidade do que está sendo feito, da obra e dos materiais utilizados. Em breve, estará tudo pronto para que o esporte mato-grossense possa evoluir ainda mais”, destaca o secretário da Secel, David Moura.

Para voltar a ter funcionamento ativo, possibilitando tanto a prática das modalidades quanto a realização de eventos, o Palácio das Artes Marciais recebe uma série de benfeitorias.

Dentre os serviços já executados estão a instalação do sistema de alarme para prevenção de incêndio, melhorias na iluminação, e a recuperação e tratamento dos pisos nas salas técnicas e quadra.

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O conforto térmico também já está garantido com a instalação de equipamentos de ar-condicionado. Para o conforto acústico, o teto recebeu forro de lã de vidro, que absorve os ruídos existentes no ambiente.

Os próximos passos para concluir os serviços na área interna envolvem as instalações de assentos esportivos nas arquibancadas, de louças e metais dos banheiros e de guarda-corpo (metal e vidro), além da pintura geral.

Do lado de fora, a estrutura recebeu fechamento com brise nas laterais do prédio e toda tubulação de condicionador de ar já foi finalizada. O projeto arquitetônico prevê ainda alguns serviços na área externa, como readequação do piso do estacionamento, paisagismo e iluminação, e instalação de pórtico de entrada.

A reforma busca propiciar funcionalidade, segurança e conforto à prática de um mix de artes marciais, que incluem kung fu, taekwondo, karatê, jiu-jitsu, judô e wrestling.

Mais investimentos no Complexo Arena Pantanal

A reforma para modernização da Piscina Olímpica do Complexo Arena Pantanal também está em andamento para oferecer um espaço adequado para a prática de esportes e eventos de natação.

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Os serviços incluem a substituição e impermeabilização do piso da piscina, instalação de sistema de filtro e casa de bomba, além de construção de arquibancadas e banheiros. A previsão de término é dezembro deste ano.

“São investimentos que mostram, mais uma vez, o quanto o Governo de Mato Grosso está comprometido em fazer avançar as diversas modalidades esportivas no Estado. E serão espaços de muita qualidade, que atendem as necessidades e incentivam o esporte mato-grossense”, conclui David Moura.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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