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Estudantes da rede estadual já podem se inscrever em prêmio que tem como foco a prevenção ao trabalho infantil

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Estudantes do 8º e do 9º ano das escolas estaduais já podem se inscrever no concurso “Prêmio MPT na Escola 2026 – A Escola no Combate ao Trabalho Infantil”. A iniciativa será desenvolvida em toda a Rede Estadual de Ensino e tem como foco promover a conscientização dos estudantes sobre os riscos e a erradicação do trabalho infantil. O edital nº 008/2026, que regulamenta a realização do concurso escolar, já foi publicado pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT).

As inscrições vão até o dia 15/06 na etapa escolar. O concurso é realizado em parceria com o Ministério Público do Trabalho e integra o Projeto MPT na Escola. A ação é voltada a estudantes do 8º e do 9º ano do Ensino Fundamental, que deverão produzir trabalhos com foco na proteção de crianças e adolescentes e na valorização da aprendizagem profissional como forma segura de inserção no mercado de trabalho.

A proposta busca estimular o protagonismo juvenil por meio de produções artísticas e culturais. Os estudantes poderão participar nas categorias conto, poesia, música e desenho, com trabalhos desenvolvidos dentro do ambiente escolar e sob orientação de professores.

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O estudante pode se inscrever na unidade escolar e, a partir da seleção que a própria escola faz, o coordenador pedagógico ou o professor responsável pelo projeto faz a inscrição dele(a) na etapa regional através do link que consta no Edital. O estudante pode inscrever apenas 1 trabalho por categoria.

De acordo com o edital, o concurso será realizado em três etapas: escolar, regional e estadual. As unidades de ensino serão responsáveis pela mobilização da comunidade escolar e pela seleção inicial dos trabalhos, que seguirão para avaliação nas Diretorias Regionais de Educação (DREs) e, posteriormente, na etapa estadual.

Além de incentivar a criatividade e o pensamento crítico, a iniciativa reforça o papel da escola como espaço de formação cidadã e de proteção social, abordando temas relacionados aos direitos da criança e do adolescente, conforme previsto na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, destacou a importância da ação. “O Prêmio MPT na Escola fortalece o papel da educação na transformação social. Ao envolver nossos estudantes em reflexões sobre o trabalho infantil, estamos formando cidadãos mais conscientes, críticos e preparados para defender seus direitos”, afirmou.

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Os trabalhos vencedores em cada etapa receberão premiações que incluem itens tecnológicos e bicicletas, além de certificação. Os melhores colocados na fase estadual representarão Mato Grosso na etapa nacional do prêmio, organizada pelo Ministério Público do Trabalho.

O cronograma prevê mobilização e produção dos trabalhos até junho, com avaliações nas etapas seguintes e divulgação dos resultados estaduais até julho.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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