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Escola de Governo oferta curso de modelagem de processos e administração do trabalho

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo de Mato Grosso, está com inscrições abertas para dois cursos no formato de ensino a distância (EaD). São ofertadas 150 vagas por curso, que contemplam os servidores públicos do Poder Executivo. Ao final, os participantes serão certificados.

O primeiro curso é de Introdução em Gestão por Processos BPM e Introdução a Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler. Esta capacitação vai ensinar os servidores a utilizar um recurso para ajudar na organização dos fluxos de processos do setor no dia a dia. As inscrições vão até 1º de março. A carga horária é de 20h e pode ser realizado de 05 a 15 de março.

O objetivo do curso é capacitar servidores públicos estaduais em Gestão por Processos para elaboração do Manual Técnico de Processos e Procedimentos. Para se inscrever, clique AQUI.

Sobre a capacitação de Noções de Administração do Trabalho, o objetivo é fornecer conhecimento técnico sobre a administração científica do trabalho, com ênfase na administração gerencial, e sobre a teoria clássica de organização, promovendo compreensão básica dos fundamentos da administração gerencial do trabalho e suas características na avaliação de problemas para a tomada de decisão.

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As inscrições para este curso seguem abertas até 17 de março, e a carga horária é composta por 45h de estudos. Após a inscrição, a capacitação poderá ser realizada entre 25 de março a 21 de abril. Inscrições AQUI

Para informações ou dúvidas, entrar em contato com [email protected].

*Com supervisão de Dayanne Santana

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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