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Equipes da Secel integram Expedição Araguaia Xingu do Poder Judiciário para incentivar leitura e esporte da população local

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) integra a 6ª Expedição Araguaia Xingu, que é realizada pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, para promover cidadania e justiça às comunidades da região. A ação ocorre entre 4 novembro a 5 de dezembro deste ano.

Com atendimentos das equipes da Biblioteca Estadual Estevão de Mendonça e da Coordenadoria de Esportes de Inclusão, a Secel leva orientações e materiais de incentivo à leitura e ao paradesporto.

“Trouxemos materiais pedagógicos para as crianças, livros infantis e adultos, tudo isso para estimular o desenvolvimento da imaginação, da capacidade crítica e do entendimento de mundo. Só nesta primeira etapa já distribuímos cerca de 1.400 exemplares de livros de autores mato-grossenses”, informa a gerente de livro e leitura da Secel, Helena Costa.

Além da distribuição de livros, a equipe da biblioteca estadual também oferece oficinas de pintura e desenho, bem como brincadeiras que incentivam o hábito da leitura.

Já a equipe da Coordenadoria de Esportes de Inclusão realiza encontros e palestras com as comunidades para fomentar as práticas esportivas e paradesportivas. A agenda inclui ainda entrega de materiais esportivos nos municípios.

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“A articulação entre o Judiciário e o Executivo é essencial para que os atendimentos aconteçam e trazer tudo isso para a comunidade é muito gratificante”, explica o juiz coordenador da Justiça Comunitária e da Expedição, José Antônio Bezerra Filho.

A 6ª Expedição Araguaia Xingu é dividida em duas etapas. A primeira acontece de 04 a 14 de novembro, contemplando os municípios de Gaúcha do Norte, Alto Boa Vista e Canabrava do Norte. A segunda etapa do projeto levará os serviços para os municípios de São José do Xingu, Santa Cruz do Xingu e o distrito de Santo Antônio Fontoura, de 25 de novembro a 5 de dezembro.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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