A força-tarefa liderada pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, com o apoio do Governo do Estado, por meio da Casa Civil, sob a gestão do secretário Fábio Garcia, e da Secretaria de Estado de Assistência Social, sob a gestão da secretária Grasielle Bugalho, e da Defesa Civil, mobilizou em tempo recorde a ação solidária para atender os indígenas da Aldeia Santa Clara, em Campinápolis, a 600 km de Cuiabá, após o incêndio que destruiu nove casas.
Os atendimentos foram feitos através do programa SER Família Indígena. Também participaram da ação emergencial a Secretaria de Estado de Segurança Pública com o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).
De acordo com a Setasc, participaram do deslocamento missão: sete agentes da Defesa Civil, dois servidores da Setasc e dois policiais militares.
Eles levaram até a aldeia 300 cobertores do programa SER Família Aconchego; 300 cestas de alimentos e 300 kits de higiene e limpeza do SER Família Solidário; 300 peças de roupas diversas; 60 filtros de água e cinco barracas, na noite de sábado (23.09).
O cacique Justino Xavante, da Aldeia Santa Clara, agradeceu a primeira-dama do Estado, o governador Mauro Mendes e todas as pessoas que participaram da missão solidária.
“Como líder da minha comunidade, estou sentindo muito, mas assim mesmo agradecemos os apoios da primeira-dama Virginia que veio junto com o governador, ela sempre nos ajuda. Deus é grande e está com a gente”, agradeceu o cacique.
O governador firmou o compromisso com o cacique Justino de ainda nesta semana enviar o projeto para a construção de nove casas e um refeitório, e o deputado estadual Dr. Eugênio se comprometeu a destinar nove geladeiras e nove fogões para as famílias atingidas.
Para o ex-presidente da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso, Crisanto Rudzö Tseremey’wá, da Aldeia Três Marias, a mobilização e a solidariedade demonstraram a atenção do Estado com a comunidade.
“Como é bom ser acolhido e receber a solidariedade. Agradeço primeiro a Deus, à dona Virginia Mendes e ao governador pelo espírito solidário, especialmente à primeira-dama de MT que não mede esforços para nos ajudar. Quando soube, ela mobilizou tudo o que essa comunidade precisava. Pude sentir de fato a atenção do Estado com nosso povo”.
“Eu vim ajudar meu vizinho, cacique Justino, porque o sentimento de tristeza dele é muito grande. Fiquei muito feliz com todo apoio que chegou. Estou muito agradecido e emocionado”, contou o cacique Lucas Mandu Xavante, da aldeia São José.
Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.
A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.
Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.
Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.
A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.
A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.
Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.
A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.
No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.
A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.
Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.