Dois suspeitos de praticarem caça ilegal na zona rural de Cuiabá foram presos pela Polícia Civil, durante diligências da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), nesta quinta-feira (27.06). A ação contou com apoio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e do 10º Batalhão da Polícia Militar.
Os homens de 53 e 74 anos foram autuados em flagrante pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e munições, e por crime ambiental contra a fauna de caça predatória de animais silvestres.
Os policiais civis receberam denúncia relatando que pessoas estavam caçando animais protegidos por lei, para posteriormente comercializar as carnes, na Comunidade Santa Teresa, região do bairro Pascoal Ramos.
Com base nas informações, a equipe da Dema em conjunto com servidores da Sema e policiais militares, foram até o local para averiguação, e surpreenderam a dupla com três armas de fogo, sendo duas espingardas de calibre 22, uma espingarda de calibre 32, além de 31 munições intactas.
Na momento da abordagem, um dos envolvidos foi surpreendido escarneando um cervo-do-pantanal, e nos fundos da casa foi apreendido o couro e cabeça do animal.
Dentro de um freezer foram localizadas mais animais de espécies diferentes, como jacaré, paca e porco do mato, totalizando aproximadamente 30 quilos de carnes.
Os dois homens foram detidos com todo material apreendido, e encaminhados até a Dema para esclarecimentos. Os conduzidos assumiram que estavam caçando ilegalmente para vender as carnes.
Ambos foram autuados por posse irregular de arma de fogo e munições, e crime ambiental contra a fauna de caça predatória de animais silvestres. Os presos pagaram a fiança e responderão ao inquérito em liberdade.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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