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Criminoso procurado pela Polícia Civil de MT é preso em Goiânia

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Mais um criminoso considerado liderança de uma facção instalada na região do município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) foi preso na quinta-feira (15.08), na cidade de Goiânia (GO), após troca de informações entre as Polícias Civis de Mato Grosso e Goiás.

O paradeiro do procurado de 20 anos foi descoberto durante investigação da Delegacia de Confresa, por meio do Núcleo de Inteligência, que solicitou apoio da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), a qual realizou a prisão dele na capital do Estado de Goiás.

Sendo o 12º preso, o jovem vinha sendo procurado desde a Operação Intolerance I, deflagrada pela Polícia Civil no dia 23 de julho, em Confresa, para desarticular uma associação criminosa envolvida no tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Conforme o delegado de Confresa, Mauro Arruda de Moura Apoitia, a prisão do criminoso ocorreu após uma bem-sucedida troca de informações entre os policiais civis de Mato Grosso e Goiás, resultando em uma ação policial planejada e executada com precisão, demonstrando a importância da cooperação interestadual para a eficácia das ações de segurança pública.

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“A Polícia Civil está empenhada na repressão ao tráfico de drogas, e essa operação é um reflexo do nosso compromisso inabalável com a segurança da nossa comunidade. A prisão desse indivíduo, que desempenhava um papel de liderança no tráfico local, enfraquece ainda mais essa organização criminosa”, afirmou o delegado.

A Operação Intolerance I já prendeu diversos integrantes da facção, e marca a luta contra o crime organizado no Estado de Mato Grosso. Os indivíduos atuavam com ramificações nos municípios como Vila Rica, Rondonópolis, Cuiabá e até em Goiânia, praticando o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros crimes.

As diligências investigativas seguem em andamento visando identificar e prender outros envolvidos na rede criminosa, garantindo que a justiça seja cumprida e a paz restabelecida na região.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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