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“Com subsídio do Estado, comprei minha casa pagando menos do que um aluguel”, afirma beneficiado pelo Programa SER Família Habitação

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O técnico em Radiologia Marcelo Cunha, 22 anos, é um dos beneficiados pelo Governo de Mato Grosso no Programa SER Família Habitação, modalidade Entrada Facilitada, em Várzea Grande. Ele será um dos moradores do Residencial Maranhão e recebeu as chaves da casa na última semana. O processo foi ágil: entre a assinatura do contrato e a entrega das chaves, decorreram menos de 30 dias. “Graças ao subsídio, consegui uma casa própria por uma parcela menor do que um aluguel”, afirma Marcelo.

Liderado pela primeira-dama, Virginia Mendes, o Programa SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, já entregou 335 moradias populares em Várzea Grande. Além disso, outras 3.681 unidades já foram viabilizadas e serão entregues até o final do próximo ano.

“Esse programa nasceu no meu coração, e ver sua expansão me enche de alegria. Na minha infância, quando morava com meus pais, vivíamos em uma casa cedida pela empresa onde meu pai trabalhava e, depois, morei um tempo na casa de uma tia. Mesmo sendo pequena, já entendia o quanto ter um lar próprio fazia diferença. Hoje, meu maior desejo é ver essa conquista para as famílias que também sonha com isso”, compartilha Virginia Mendes, emocionada.

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Para Marcelo, esse sonho se tornou realidade. Ele conta que a casa foi apresentada pela construtora e, assim que a viu, soube que era sua oportunidade. “Quando entrei pela primeira vez, tive a certeza de que seria minha”, relata.

O Residencial Maranhão ofertou, pelo Programa SER Família Habitação, 20 unidades habitacionais com subsídio, processo operacionalizado pela MT Participações e Projetos (MT Par).

Segundo o presidente da MT Par, Wener Santos, esse tipo de fracionamento é permitido pelas regras do programa. “Muitas construtoras já estão com os empreendimentos prontos e aprovados pela Caixa Econômica Federal (CEF) quando decidem ofertar um percentual das unidades para aquisição pelo programa. Isso é possível desde que as regras sejam atendidas, o que reduz o tempo entre a assinatura do contrato e a entrega das chaves”, explica.

Para Wener, a grande vantagem da modalidade Entrada Facilitada é a flexibilidade, que permite a expansão do programa e amplia as opções para os interessados.

No site da MT Par, é possível se cadastrar no Sistema de Habitação de Mato Grosso (Sihab-MT) e manifestar interesse no projeto e na localização mais atrativos para a família.

Vinte unidades foram disponibilizadas para aquisição por meio da modalidade Entrada Facilitada no residencial. Foto: (Marcos Aurélio Guimarães/ MT-Par)

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Entrada Facilitada

A modalidade Entrada Facilitada integra o Programa SER Família Habitação e é operacionalizada pela MT Par. Nela, o cidadão pode receber um subsídio de até R$ 20 mil para aquisição de uma casa popular.

Além do subsídio do Governo Estadual, a família interessada pode requerer os benefícios do programa federal de habitação e utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), conforme as regras estabelecidas pela Caixa Econômica Federal (CEF), que também atua como agente financeiro dos empreendimentos.

As regras de acesso ao programa estão disponíveis no site: www.mtpar.mt.gov.br.

Fonte: Governo MT – MT

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Sema conclui capacitação para manejo de animais silvestres em eventos climáticos extremos

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Terminou nesta sexta-feira (12.6) a programação da capacitação para Manejo e Contenção de Animais Silvestres em Eventos Climáticos Extremos promovida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Na última aula prática, os cursistas fizeram o manejo de jacarés na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em meio a uma simulação de eventos de desastre com animais. O objetivo foi demonstrar os desafios enfrentados pela fauna silvestre durante emergências ambientais decorrentes das mudanças climáticas, como estiagem prolongada e incêndios de grandes proporções.

Os profissionais contaram com agentes do Grupo de Resgate Técnico Animal do Pantanal (GRETAP-MS), capacitados em operações de risco, para instruí-los na execução dos aprendizados. As simulações ocorreram em três tardes de aulas de campo. No primeiro dia (10), foram ensinadas as técnicas de contenção, transporte e manutenção em mamíferos e serpentes. Já no segundo (11), foi a vez de grandes animais e aves e, por fim, o manejo de jacarés.

Segundo a médica veterinária e analista ambiental da Sema, Danny Moraes, a capacitação contínua da Sema para os profissionais que vão atuar em ambientes extremos possui relevância para proporcionar uma abordagem técnica de resgate que assegure a sobrevivência da fauna silvestre em ameaça.

“Essa é uma oportunidade ímpar de ampliar a quantidade de pessoas capacitadas para que os animais tenham atendimento da melhor forma possível e, assim, tenham maior chance de sobrevida e de retorno ao ambiente natural”, afirma a veterinária.

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Além disso, a atividade é uma oportunidade para trocar experiências com outros profissionais que atuam na linha de frente dos resgates, tanto em municípios de Mato Grosso quanto de outros estados.

Para a médica veterinária do Instituto Urihi, Luciana Guimarães, a importância da capacitação está na segurança adquirida pelo conhecimento teórico e aplicação de maneira responsável. “Tudo o que foi ensinado vai ser de extrema importância caso a gente precise aplicar, pois será agora de uma maneira aprimorada, mais responsável e segura, tanto para a equipe quanto para os animais”.

O coordenador de Fauna e Recursos Pesqueiros, Éder Toledo, destaca que o curso inaugura o plano de atividades do órgão ambiental, desenvolvido anualmente, para atendimentos aos animais silvestres no Estado de Mato Grosso, principalmente voltados às unidades de conservação.

Já as entidades participantes do encontro se tornam equipes que realizarão trabalhos in loco a partir da semana que vem, com o intuito de garantir a conscientização dos moradores de locais comumente atingidos. “Apesar de não termos focos de incêndio ou situações que envolvam animais, já vamos a campo para fazer reconhecimento de área, levantamento da situação e informar as pessoas, primordialmente na região da Transpantaneira e de Barão de Melgaço, além de fazer a distribuição de panfletos com o número de telefone para contato caso haja situações envolvendo animais silvestres naquela área”, relata o coordenador.

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Capacitação

A terceira edição do simpósio também promoveu conteúdo programático durante os cinco dias de encontros (de 8 a 12.06), relacionados à gestão do fogo, biossegurança, resgate técnico animal, discussão de casos, estabilização clínica na sobrevivência da fauna silvestre, manejo, contenção, transporte e manutenção de grandes animais.

Na parte prática também foi aplicada uma espécie de simulado integrado, que cria eventos de desastre com animais de grande e pequeno porte, como forma de demonstrar os desafios enfrentados na vida real pela fauna silvestre.

A ação contou com o apoio do Instituto Urihi para Preservação Ambiental, Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MT) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em Mato Grosso (Ibama).

Participaram do evento: servidores da Sema-MT, Grupo de Resgate Técnico Animal Cerrado Pantanal (Gretap-MS), CRMV-MT, Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), Corpo de Bombeiros, Ibama e profissionais autônomos.

*Sob supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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