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Circuito Turístico Pantaneiro leva mil pessoas a Mimoso em festa religiosa

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Com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o Circuito Turístico Pantaneiro levou mais de mil pessoas para 24 horas de festa, cultura e tradição, no distrito de Mimoso, em Santo Antônio do Leverger. Participaram moradores de sete municípios, sendo eles Cuiabá, Nortelândia, Cáceres, Juscimeira, Rondonópolis, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, na celebração do Divino Espírito Santo promovida pela Família Alencastro, de 13 a 14 de julho.

Segundo a secretária adjunta de Turismo da Sedec, Maria Letícia Arruda de Morais Costa, iniciativas como essa promovem o turismo regional e de tradição em Mato Grosso.

“O turismo faz questão de apoiar essas iniciativas que promovem a tradição e cultura da região. Foram 24 horas de festa com apresentações de Siriri e Cururu, comidas típicas, exposição de artesanato e gente de diversas cidades de Mato Grosso. As pousadas estavam esgotadas. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico é uma instituição que apoia diversas práticas em seus respectivos tamanhos desde que promovam o desenvolvimento econômico do Estado”, disse Maria Letícia.

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A secretária de Cultura e Turismo do município, Quitéria da Costa, ressaltou como é importante a parceria com Sedec, que, conforme ela, ajuda a promover um resgate na região.

“Esse circuito é uma maneira de gerar emprego e renda para as pessoas da região, promover a gastronomia, a vivência da religiosidade entre as pessoas, mostrar a nobreza que o nosso povo carrega. É de suma importância essa parceria entre a Secretaria de Cultura e Turismo com a Sedec”, explicou a secretária.

O organizador do Circuito Turístico Pantaneiro, Wagner Belmiro Teixeira Silva, conta que as pousadas de Mimoso ficaram lotadas e foi necessário montar um camping para agregar todos os participantes.

“Essa etapa abriga, em especial, essa festa que é centenária aqui em Mimoso. A procura das pousadas foi muito grande e esgotou. Nós estamos conversando com os donos das pousadas para a possibilidade de expandir os quartos, a estrutura, para o ano que vem. Quem não conseguiu vaga está em barracas, também conversamos com moradores, alguns cederão quartos e salas para os visitantes quem vem participar da festa. O que estamos fazendo é para promover o turismo regional para resgatar a cultura regional”, afirmou Wagner.

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Este evento faz parte da 3ª etapa do circuito, que ainda terá mais dois fins de semana de programação: de 20 e 21 de julho na Comunidade de Moquém, e de 27 e 28 de julho, em Santo Antônio do Leverger.

Fonte: Governo MT – MT

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CGE aplica multa a consórcio por registros fictícios de atendimento no Ganha Tempo

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A Controladoria-Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) aplicou multa administrativa de R$ 489.615,75 ao consórcio Rio Verde por irregularidades na execução do contrato de gestão das unidades do Ganha Tempo. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (16.6).

A penalidade decorre de processo administrativo de responsabilização instaurado em 2021 com base na Lei Anticorrupção (Lei Federal nº 12.846/2013), para a apuração de fraudes relacionadas à emissão de senhas de atendimento sem a efetiva prestação dos serviços entre os anos de 2019 e 2020.

A multa aplicada foi calculada com base em 20% do faturamento bruto do consórcio no ano de instauração do processo, somado ao valor da vantagem indevidamente auferida. O montante será atualizado monetariamente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde dezembro de 2019 até a data do efetivo pagamento.

Além da multa, a decisão determina que a empresa publique o extrato da condenação em sua sede física ou em seu site institucional e estabelece a proibição de contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a CGE-MT.

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Senhas fictícias

Pelo modelo contratual adotado (Contrato nº 62/2017), a concessionária era remunerada conforme a quantidade de atendimentos realizados. Dessa forma, a inserção de registros fictícios gerava cobranças indevidas ao Estado e aumentava artificialmente a remuneração da empresa.

As irregularidades chegaram ao conhecimento do Governo de Mato Grosso por denúncias encaminhadas à Ouvidoria do Estado. Os fatos foram apurados em auditorias realizadas pela CGE-MT e em estudos técnicos da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), gestora do contrato de parceria público-privada (PPP).

As investigações apontaram o registro de atendimentos fictícios mediante a inserção de CPFs inválidos ou inexistentes nos sistemas informatizados, com o objetivo de simular atendimentos e elevar indevidamente os valores pagos à concessionária. Também foram identificadas práticas que dificultavam as atividades de fiscalização, comprometendo a confiabilidade e a rastreabilidade dos registros utilizados para o controle contratual.

O contrato com a concessionária foi anulado em abril de 2021 após decisão judicial no âmbito da Operação “Tempo é Dinheiro”. Desde então, a Seplag passou a executar a gestão das unidades do Ganha Tempo em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Cáceres, Sinop e Barra do Garças.

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Confira aqui o extrato da decisão.

Fonte: Governo MT – MT

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